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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
		<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Special:Contributions/Rodrigo</link>
		<description>From Gospel Translations</description>
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		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info|Permanecendo Firme}} &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:36:50 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Dr. Donald S. Whitney&lt;br /&gt;
|secondauthor= None&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://gospeltranslations.org/wiki/Category:Ligonier_Ministries&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|topic= Outreach&lt;br /&gt;
|subtopic= Evangelism&lt;br /&gt;
|mediatype= Article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= n/a&lt;br /&gt;
|translator= Rodrigo Correia&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed= Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle= Permanecendo Firme&lt;br /&gt;
|series = Tabletalk&lt;br /&gt;
|year= 1999&lt;br /&gt;
|month= July&lt;br /&gt;
|day=&lt;br /&gt;
}}&amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 06:48:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Dr. Donald S. Whitney&lt;br /&gt;
|secondauthor= None&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://gospeltranslations.org/wiki/Category:Ligonier_Ministries&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|topic= Outreach&lt;br /&gt;
|subtopic= Evangelism&lt;br /&gt;
|mediatype= Article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|reviewer= n/a&lt;br /&gt;
|translator= rodrigo&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed= Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle= Permanecendo Firme&lt;br /&gt;
|series = Tabletalk&lt;br /&gt;
|year= 1999&lt;br /&gt;
|month= July&lt;br /&gt;
|day= none&lt;br /&gt;
}}&amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 06:47:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Dr. Donald S. Whitney&lt;br /&gt;
|secondauthor= None&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://gospeltranslations.org/wiki/Category:Ligonier_Ministries&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|topic= Outreach&lt;br /&gt;
|subtopic= Evangelism&lt;br /&gt;
|mediatype= Article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|reviewer= n/a&lt;br /&gt;
|translator= rodrigo&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed= Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle= Permanecendo Firme&lt;br /&gt;
|series = Tabletalk&lt;br /&gt;
|year= 1999&lt;br /&gt;
|month= July&lt;br /&gt;
}}&amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 06:46:21 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info|Permanecendo Firme}}&amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 06:38:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Standing Firm/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Standing_Firm/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Dr. Donald S. Whitney &lt;br /&gt;
|secondauthor= None&lt;br /&gt;
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|mediatype= Article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= n/a&lt;br /&gt;
|translator= Rodrigo Correia&lt;br /&gt;
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}}&amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... mas, o que eu sei?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hum... Alguma coisa sobre apresentar a verdade dessa maneira acaba com o propósito, não é mesmo? Se compartilhamos o Evangelho dessa maneira com um incrédulo numa tentativa de manifestar a humildade cristã, nós estaríamos simultaneamente cortando o nervo de nossa certeza e ousadia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que tal a aproximação oposta? Imagine-se insistindo com um de seus amigos não-cristão, &amp;quot;Jesus Cristo é o único caminho para o céu... e eu sei que estou certo!&amp;quot; Bem, nós temos aqui uma declaração ousada e segura de uma verdade bíblica, mas a provável falta de humildade nesse caso deve ser notada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tensão da humildade e certeza é uma coisa real, não apenas apresentando o Evangelho a um não-convertido, mas em várias áreas da vida cristã. Como comunicamos com ousadia a verdade da Escritura com a humildade que a Bíblia também ordena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu almocei com um jovem seminarista que fica um tanto tímido e constrangido diante de uma congregação. Eu recomendei-lhe com insistência a necessidade de pregar com determinação e certeza. Como ele, professores da Bíblia na igreja local com frequência temem que eles possam soar muito rígido ou dogmático por um lado, ou como teólogos molengas por outro. Mas não é apenas professores que enfrentam essa dificuldade; todo cristão encontra esse problema de tempos em tempos. Mesmo uma discussão habitual das coisas de Deus com companheiros crentes requer mais convicção que perguntar, &amp;quot;Quem sabe o que isso quer dizer?&amp;quot; e ainda mais consideração que exclamar, &amp;quot;Eu estudei isso mais que você e eu sei o que isso quer dizer!&amp;quot; Mesmo na questão particular da certeza da salvação de alguém, humildade inapropriada pode conduzir-nos à beira de negar o trabalho da graça de Deus nas nossas vidas, enquanto certeza resoluta pode soar muito como presunção. Devemos nós, entretanto, viver o que a Bíblia diz, &amp;quot;Escolha você hoje quem servirá: humildade ou certeza&amp;quot;?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LUTERO: DOIS TIPOS DE HUMILDADE'''&amp;lt;br&amp;gt;Humildade pode ser considerada de várias perspectivas. A Bíblia fala de humildade em relação a Deus e humildade em relação a pessoas. Nós podemos também contrastar humildade interior com humildade exterior. Similarmente existem também humildade verdadeira e humildade falsa. Relativo a essa questão, Martinho Lutero falou proveitosamente de humildade em relação à verdade de Deus e a humildade do amor. A primeira é uma humildade que nós temos quando doutrina e fé estão em questão, e a outra quando amor para com nosso vizinho está envolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às Escrituras, nós expressamos humildade primeiramente pelo nosso anseio em aprender e pelo desejo de obedecer. Uma vez que estamos convencidos do que a Bíblia ensina sobre um assunto, humildade em relação a verdade de Deus significa nós confessarmos o que ela diz sem vacilar. Falar com um espírito de &amp;quot;Mas, o que eu sei?&amp;quot; e inferir dúvida onde Deus é claro, ou comprometer o que Ele revelou para salvar a aparência de humilde, é uma humildade colocada erroneamente. Lutero comentou que se ele fosse &amp;quot;humilde&amp;quot; desse modo e dissesse &amp;quot;'Prezado Papa, prezados bispos, eu devo alegremente fazer o que vocês me ordenaram fazer,' isso seria uma humildade verdadeiramente diabólica e maldita... Uma humildade como essa de maneira nenhuma seria boa.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa dizer que criaturas finitas podem ter certeza absoluta sobre coisa alguma. Certeza absoluta é o privilégio do Onisciente. Enquanto a revelação do nosso Deus onisciente é de fato uma revelação isenta de erros, nós somos intérpretes impefeitos dela. Dessa forma humildade requer de nós que reconheçamos que nós podemos estar enganados em nosso entendimento da verdade. Mas nós devemos nos posicionar em algum lugar, e pela graça e fé nós devemos nos basear no que acreditamos que a Bíblia diz. E nós devemos nos posicionar certos de que estamos na verdade, ao menos até que vejamos nas Escrituras que estamos enganados. Quando nosso erro se torna evidente, nós deveríamos humildemente mudar nossa posição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi exatamente a atitude refletida por Lutero nas suas mais famosas palavras. No Conselho de Worms (1521) quando &amp;quot;o herege&amp;quot; era pressionado a se retratar, Lutero respondeu, &amp;quot;A não ser que eu seja culpado pela Escritura e por motivo claro - eu não aceito a autoridade de papas e conselhos pois eles contradizem um ao outro - minha conciência é cativa à Palavra de Deus. Eu não posso e eu não vou me retratar de coisa alguma, pois ir contra a conciência não é certo nem seguro. Aqui eu me posiciono, não posso fazer diferente. Que Deus me ajude. Amem.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso é o que &amp;quot;humildade em relação à verdade de Deus&amp;quot; se parece, que tal &amp;quot;a humildade do amor&amp;quot;? O reformador disse que em relações pessoais com pessoas, &amp;quot;Se então eu não me humilhar perante vós e não suportar injurias que são infligidas sobre mim, se então eu não entregar o que é meu e o que Deus tem me dado, se então eu não quiser vos perdoar e lavar vossos pés, então vocês podem me repreender.&amp;quot; Suportar o fardo dos outros ou os erros que eles comentem contra você é um tipo de humildade, mas tolerar erros contra a verdade não é humildade devida a ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''AMBOS, HUMILDADE E CERTEZA EM JESUS'''&amp;lt;br&amp;gt;Jesus, é claro, foi o exemplo ideal de humildade do amor. Raramente Ele descreveu seu próprio caráter, mas em uma ocasião Ele disse, &amp;quot;Eu sou manso e humilde de coração&amp;quot; (Mat 11:29). Ele recebia bem as crianças, os pobres, e aqueles rejeitados como &amp;quot;pecadores&amp;quot; pelo resto da sociedade. Ele falou sobre tomar o lugar mais humilde em um banquete. Ele ensinou Seus discípulos, &amp;quot;Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado&amp;quot; (Mat 23:11-12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pensar em Jesus sempre mostrando um olhar gentil, um rosto com aparência humilde, é inconsistente com as imagens do Evangelho que temos Dele. Não foi a humildade do amor mas a humildade em relação à verdade de Deus que estava sobre Ele quando Ele estava estalando seu chicote para trás e para frente no episódio da limpeza do templo (João 2:15) ou repetidamente gritando, &amp;quot;Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!&amp;quot; (Mat 23:13-36)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus sempre mostrou a humildade do amor, exceto quando, fazendo isso, aparentaria comprometer a verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HUMILDADE CERTA/HUMILDE CERTEZA'''&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto você procura manter o equilíbrio apropriado e bíblico entre humildade e certeza, considere essas diretrizes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com desculpar sua personalidade''. Quer sua personalidade se incline mais para a certeza inflexível ou para a humildade gaguejada, é mais fácil desculpar seu estilo natural do que santificá-lo. Nós todos tendemos a dizer, &amp;quot;Eu sou assim mesmo,&amp;quot; ao invés de &amp;quot;Isso é pecado.&amp;quot; Nós todos precisamos trabalhar em nossa humildade e nossa certeza, mas talvez um mais que o outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a humildade condescendente''. Paulo repreendeu os Corintos por isso depois que eles &amp;quot;belamente&amp;quot; toleraram falsos mestres (2 Cor 11:4). Não pense que a ordem de &amp;quot;batalhar, diligentemente, pela fé&amp;quot; (Judas 3) contradiz àquela de ser &amp;quot;humilde em espírito&amp;quot; (1 Pedro 3:8)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cuidado com a certeza orgulhosa''. O detestável e arrogante sempre tem opiniões fortes. Mesmo se eles estão certos, ninguém quer ouvir. Como Apolo, nós devemos falar com uma certeza poderosa e ainda sim permanecermos humildemente receptivos ao ensino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humildade e certeza são compatíveis? Certamente!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 06:27:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Standing_Firm/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God|other=|mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 ||reviewed=Not Reviewed|newtitle=Irmãos, Leiam Biografia Cristã |series=Articles 1995|topic=Church Leadership|subtopic=Pastoral Ministry|month=January|day=1|year=1995}}Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não possa dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somente Edwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar duas vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de Karl Barth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noite Barth começou [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos nos encorajar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, no começo do dia, cedo de manhã... buscando em todo verso alimento para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente foi esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada a confissão ou a ações de graça, ou a intercessão, ou a suplica; de modo que, embora não tenha me entregado à ''oração'' (da maneira como fazia) mas à meditação; ainda sim isso se tornava quase imediatamente uma espécie de oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o caminho de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me na vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas seja qual for a forma que tu lides comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores buscam alimento em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitos púlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido por causa de uma vacina de malária aos 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh, que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossas bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, pois o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh, que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, valem a pena suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 13:18:42 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God|other=|mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 ||reviewed=Not Reviewed|newtitle=Irmãos, Leiam Biografia Cristã |series=Articles 1995|topic=Church Leadership|subtopic=Pastoral Ministry|month=January|day=1|year=1995}}Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não possa dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somente Edwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar duas vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de Karl Barth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noite Barth começou [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos nos encorajar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, no começo do dia, cedo de manhã... buscando em todo verso alimento para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente foi esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada a confissão ou a ações de graça, ou a intercessão, ou a suplica; de modo que, embora não tenha me entregado à ''oração'' (da maneira como fazia) mas à meditação; ainda sim isso se tornava quase imediatamente uma espécie de oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o caminho de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me na vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas seja qual for a forma que tu lides comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores buscam alimento em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitos púlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido por causa de uma vacina de malária aos 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh, que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossas bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, pois o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh, que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, vale a pena suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:57:32 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God|other=|mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 ||reviewed=Not Reviewed|newtitle=Irmãos, Leiam Biografia Cristã |series=Articles 1995|topic=Church Leadership|subtopic=Pastoral Ministry|month=January|day=1|year=1995}}Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não possa dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somente Edwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar duas vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de Karl Barth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noite Barth começou [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos nos encorajar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, no começo do dia, cedo de manhã... buscando em todo verso alimento para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente foi esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada a confissão ou a ações de graça, ou a intercessão, ou a suplica; de modo que, embora não tenha me entregado à ''oração'' (da maneira como fazia) mas à meditação; ainda sim isso se tornava quase imediatamente uma espécie de oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o caminho de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me na vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas seja qual for a forma que tu lides comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores buscam alimento em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitos púlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido por causa de uma vacina de malária aos 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh, que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossas bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, pois o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh, que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, vale a penas suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:50:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God|other=|mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 ||reviewed=Not Reviewed|newtitle=Irmãos, Leiam Biografia Cristã |series=Articles 1995|topic=Church Leadership|subtopic=Pastoral Ministry|month=January|day=1|year=1995}}Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não posso dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes Cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somenteEdwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar 2 vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de Agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até Março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de KarlBarth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noiteBarth começo [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em Março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos tomar coragem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, do começo, cedo de manhã... procurando em todo verso com o fim de obter comida para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente era esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada à confissão ou às ações de graça, ou a intercessão, ou à suplica; de maneira que embora não tenha, da maneira que fazia, me entregado à ''oração'', mas à meditação; ainda sim isso se tornou quase imediatamente mais ou menos em oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o modo de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me da vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas de qualquer forma que tu lidares comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores alimentam-se em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitospúlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido de uma vacinação de malária com idade de 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossa bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, que o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, vale a penas suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:25:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
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			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God|other=|mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 ||reviewed=Not Reviewed|newtitle=Irmãos, Leiam Biografia Cristã |series=Articles 1995|topic=Church Leadership|subtopic=Pastoral Ministry|month=January|day=1|year=1995}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não posso dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes Cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somenteEdwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar 2 vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de Agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até Março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de KarlBarth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noiteBarth começo [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em Março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos tomar coragem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, do começo, cedo de manhã... procurando em todo verso com o fim de obter comida para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente era esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada à confissão ou às ações de graça, ou a intercessão, ou à suplica; de maneira que embora não tenha, da maneira que fazia, me entregado à ''oração'', mas à meditação; ainda sim isso se tornou quase imediatamente mais ou menos em oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o modo de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me da vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas de qualquer forma que tu lidares comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores alimentam-se em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitospúlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido de uma vacinação de malária com idade de 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossa bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, que o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, vale a penas suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:23:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Read Christian Biography/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess|user=Rodrigo|date=}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 11 é um mandato divino para ler biografias cristãs. A inconfundível implicação do capítulo é que, se nós ouvimos sobre a fé de nossos pais distantes (e mães), nós iremos &amp;quot;deixar de lado todo peso e pecado&amp;quot; e &amp;quot;correr com perseverança a carreira que nos está proposta&amp;quot; (12:1). Se perguntássemos ao autor, &amp;quot;Como devemos considerar-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras?&amp;quot; (10:24), sua resposta seria: &amp;quot;Através do encorajamento dos vivos (10:25) e ''dos mortos'' (cap. 11). Biografia cristã é o meio pelo qual a &amp;quot;vida em corpo&amp;quot; atravessa as gerações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunhão dos vivos e dos mortos é especialmente crucial para pastores. Como líderes na igreja nós devemos ter visões para o futuro. Nós devemos declarar profeticamente onde nossa igreja deveria estar indo. Devemos inspirar pessoas com grandiosas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que ''Deus'' não posso dar visão e direção e inspiração. Mas ele também usa agentes humanos para encorajar Seu povo. Então a pergunta para nós pastores é: Através de que agentes humanos Deus nos dá visão e direção e inspiração? Para mim, uma das respostas mais importantes tem sido grandes homens e mulheres de fé que, embora mortos, ainda estão falando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biografia cristã, bem escolhida, combina todo tipo de coisas que pastores precisam mas teem tão pouco tempo para procurar. Boa biografia é história e nos protege contra o esnobismo cronológico (como C.S. Lewis o chama). Ela é também teologia - das mais poderosas - porque ela emana da vida de pessoas como nós. Ela também é aventura e suspense, pela qual nós temos uma fome natural. Ela é psicologia e experiência pessoal que aprofunda nosso entendimento da natureza humana (especialmente nós mesmos). Boas biografias de grandes Cristãos promovem uma notável leitura eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a biografia é sua própria melhor testemunha, deixe-me contar um pouco do meu próprio encontro biográfico com as biografias. Biografias teem servido tanto quanto qualquer outra força humana em minha vida para superar a inércia da mediocridade. Sem elas eu tenho a tendência de esquecer que alegria há em inexorável trabalho e aspiração. Eu tenho devotado mais tempo à vida de Jonathan Edwards (boa biografia de O. Winslow) que a qualquer outra pessoa não-bíblica. Antes dos seus 20 anos Edwards escreveu 40 resoluções que por anos teem incendiado meu trabalho. A número 6 era: &amp;quot;Viver com toda minha força, enquanto eu viver.&amp;quot; A número 11: &amp;quot;Quando eu pensar em qualquer teorema em divindade a ser resolvido, fazer imediatamente o que eu posso para resolvê-lo, se as circunstâncias não impedirem.&amp;quot; Número 28: &amp;quot;Estudar as Escrituras tão firmemente, constantemente e frequentemente, que eu possa me encontrar, e plenamente perceber meu crescimento no conhecimento da mesma.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu vim para ser pastor de Bethlehem eu comecei a ter fome de biografias para carregar minhas baterias pastorais e me dar orientação e encorajamento. Uma vez que acredito muito no pastor-teólogo, eu evoquei não somenteEdwards mas, é claro, João Calvino (T.H.L. Parker tem um pequeno ''Retrato'' e uma biografia maior). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como Calvino podia trabalhar! Depois de 1549 seu cargo especial em Geneva era pregar 2 vezes no domingo e uma vez ''todo dia'' em semanas alternadas. No domingo, 25 de Agosto, 1549, Calvino começou a pregar em Atos e continuou semanalmente naquele livro até Março de 1554. Nos dias de semana durante esse tempo, ele pregou através de oito dos profetas menores bem como em Daniel, Lamentações e Ezequiel. Mas o que me surpreende é que entre 1550 e 1559 ele fez 270 casamentos. Isto é um a cada duas semanas! Ele também batizou (cerca de uma vez por mês), visitou o enfermo, conduziu extensas correspondências e sustentou pesadas responsabilidades organizacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho para Calvino e Edwards e o trabalho deles, é difícil sentir pena de mim mesmo por causa das minhas poucas obrigações. Eles me inspiram a romper com trabalho medíocre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T.H.L. Parker (que, a propósito, passou a maioria dos seus 40 anos de ministério em paróquias do interior) publicou um pequeno estudo de KarlBarth em 1970 que eu devorei no meu ano intermediário no seminário. Ele teve um tremendo impacto em mim por causa de duas simples sentenças. Uma era: &amp;quot;Aquela noiteBarth começo [a escrever] um panfleto que ele terminou no dia seguinte, um domingo [13.000 palavras em um dia!],&amp;quot; Eu respondi, &amp;quot;Se neo-ortodoxia merece tamanho trabalho fenomenal, quanto mais ortodoxia!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra sentença era, &amp;quot;Barth aposentou-se do magistério em Basel em Março de 1962 e então perdeu o estímulo que vinha da necessidade de lecionar.&amp;quot; Eu escrevi na aba do livro, &amp;quot;Tem a grandeza emergido de qualquer coisa que não seja a pressão? Se a grandeza é para ser a serva de todos, deveríamos nós não estar debaixo de autoridade, debaixo de ordens, empurrados, pressionados?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente eu fui grandemente encorajado em meu próprio trabalho pastoral por ''Walking with the Giants and Listening to the Giants'' [''Caminhando com Gigantes e Escutando Gigantes''] de Warren Wiersbe. O principal motivo pelo qual essas mini-biografias teem sido úteis é ver a completa diversidade de estilos pastorais que Deus tem escolhido para abençoar. Existiram grandes e frutíferos pastores cujos modelos de pregação, hábitos de visitas e personalidades foram tão diferentes que todos nós podemos tomar coragem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo cômico: Contra o sóbrio Edwards, que media a quantidade de comida que ingeria para maximizar sua atenção no estudo, você pode colocar Spurgeon, que pesava mais de 130 kg e fumava cigarros. Ambos os homens ganharam mais conversões a Cristo que qualquer dez de nós conseguirão. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Spurgeon disse a um crítico metodista, &amp;quot;Se algum dia eu me achar fumando em excesso, eu prometo que irei parar totalmente.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O que você chamaria fumar em excesso?&amp;quot; o homem perguntou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ora, fumar dois cigarros ao mesmo tempo!&amp;quot; foi a resposta&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
George Muller tem por anos sido um bom exemplo pra mim em oração. Sua ''Autobiografia'' é um verdadeiro pomar de frutos de construção da fé. Em uma seção ele nos conta, depois de 40 anos de tentativas, &amp;quot;como estar constantemente feliz em Deus.&amp;quot; Eu vi mais claro do que nunca que o primeiro grande e principal negócio ao qual eu devia dedicar-me todo dia era ter minha alma feliz no Senhor.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dez anos, ele explicou, ele caminhou no sentido oposto. &amp;quot;Antigamente, quando eu levantava eu começava a orar assim que possível e geralmente passava todo meu tempo até o café da manhã em oração.&amp;quot; O resultado: &amp;quot;Frequentemente depois de ter sofrido bastante com a mente voando nos primeiros dez minutos, ou 15 minutos, ou mesmo meia hora, só então eu começava realmente a orar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Muller mudou seu padrão e fez uma descoberta que o sustentou por 40 anos. &amp;quot;Eu comecei a meditar no Novo Testamento, do começo, cedo de manhã... procurando em todo verso com o fim de obter comida para minha própria alma. O resultado que encontrei quase invariavelmente era esse, que depois de alguns minutos minha alma era guiada à confissão ou às ações de graça, ou a intercessão, ou à suplica; de maneira que embora não tenha, da maneira que fazia, me entregado à ''oração'', mas à meditação; ainda sim isso se tornou quase imediatamente mais ou menos em oração.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho achado o modo de Muller absolutamente crucial em minha própria vida: estar com o Senhor antes de estar com qualquer outra pessoa e deixar ''Ele ''falar comigo primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa marcou-me da vida de Muller. Ele orava com uma convicção surpreendente por suprimentos para seu orfanato. Mas quando sua esposa ficou enferma com febre reumática, ele orou, &amp;quot;Sim, meu Pai, os tempos de minha querida esposa estão em Suas mãos. Tu farás a melhor coisa para ela e para mim, quer seja vida ou morte. Se possível for, levante novamente minha preciosa esposa - Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente; mas de qualquer forma que tu lidares comigo, apenas ajude-me continuar a ser perfeitamente satisfeito em Tua santa vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua esposa morreu, e Muller pregou o sermão de seu funeral em Salmos 119:68: &amp;quot;Tu és bom e fazes o bem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que mundo de diferença entre essa visão de Deus e aquela que achei quando li ''Spiritual Autobiography'' [''Autobiografia Espiritual''] de Willian Barclay. Barclay perdeu sua filha no mar, mas sua resposta não foi aquela de Muller: &amp;quot;Eu sei, Oh Deus, que em fidelidade Tu me afligiste&amp;quot; (Sl. 119:75). Ao invés disso Barclay disse, &amp;quot;Eu acredito que dor e sofrimento nunca são a vontade de Deus para Seus filhos&amp;quot; (a despeito de 1 Pedro 3:17!). Chamar um acidente fatal de &amp;quot;ato de Deus&amp;quot;, ele diz, é blasfêmia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autobiografia de Barclay é mais deprimente quando eu penso em quantos pastores alimentam-se em Barclay para cada sermão. Ele despreza uma visão da reconciliação na qual a morte de Cristo faz propiação da ira de Deus. E ele diz, &amp;quot;Eu sou um universalista convicto.&amp;quot; Não posso deixar de me perguntar se a fraqueza teológica de muitospúlpitos é devida à simples dependência na teologia anêmica de comentadores como Barclay. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu prefiro fixar minha vida na teologia de Sarah Edwards. Quando ela soube que seu marido Jonathan tinha morrido de uma vacinação de malária com idade de 54 anos, ela escreveu para sua filha: &amp;quot;O que posso dizer? Um Deus santo e bom nos cobriu com uma nuvem escura. Oh que nós possamos aceitar a punição e colocarmos as mãos nas nossa bocas! O Senhor fez isso. Ele me fez adorar Sua bondade, que o tivemos por tanto tempo. Mas meu Deus vive; e Ele tem meu coração. Oh que legado meu marido, e seu pai, nos deixou. Nós estamos todos nas mãos de Deus; e lá eu estou a amo estar.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concluo com uma palavra de apreciação por uma autobiografia viva - Carl Lundiquist, que completa seus 28 anos na presidência do Bethel College and Seminary esse mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meio da ''Autobiografia'' de Augustus Strong quando uma oportunidade veio no último mês de maio de escrever ao Dr. Lundiquist uma carta de apreciação. Strong, que foi presidente do Rochester Seminary por 40 anos, me deu as palavras que precisava (que mostra o valor da biografia para ilustrações de sermões). Ele escreveu, &amp;quot;Eu tenho sempre pensado que deve haver uma vida futura para cavalos de canal, mulheres lavadeiras, e presidentes de faculdade; uma vez que eles não conseguem seus desertos nessa vida, deve existir uma outra vida, para justificar os caminhos de Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teologia viva. Santos falhos e encorajadores. Histórias de graça. Profunda inspiração. O melhor entretenimento. Irmãos, vale a penas suas preciosas horas. Lembrem-se de Hebreus 11. E leiam biografia cristã.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:20:25 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Read_Christian_Biography/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 |reviewed= Not Reviewed |newtitle= O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor }}&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:33:50 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 |reviewed= Not Reviewed |newtitle= O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor }}&amp;lt;br&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:31:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 |reviewed= Not Reviewed |newtitle= O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor }}&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:28:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 |reviewed= Not Reviewed |newtitle= O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor }} &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:27:00 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 |reviewed= Not Reviewed |newtitle= O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:25:16 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:09:56 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== {{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 }}O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:09:18 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:29:01 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== {{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 15 March 1987 |other= |categorytopic= The Grace of God |mediatype= Article |lang= English |editor= n/a |translator= n/a |levels= 0 }}O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:28:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor  ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:25:35 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Salmo 147:10-11'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória.&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos!&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo.&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória.&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.''&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho;&lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação;&lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência;&lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome;&lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus,&lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação,&lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo,&lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome,&lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo,&lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade,&lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36).&lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31).&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação.&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria,&lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança,&lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco;&lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre;&lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico.&lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante.&lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:22:21 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Pleasure_of_God_in_Those_Who_Hope_in_His_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Gospel Implications/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Gospel_Implications/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Implicações do Evangelho ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Guiando Seu Povo a Pensar e Viver em Linha com a Verdade do Evangelho'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma igreja é saudável na medida que: (1) seus pastores-professores são capazes de, corretamente, efetivamente e claramente, trazerem o evangelho de uma forma que se relacione com a vida real de seu povo; e (2) seu povo tem um profundo entendimento e apreciação pessoal do evangelho, assim como são capazes de viver no benefício do evangelho diariamente. Eu chamo isso de ''centralidade funcional'' do evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crucial para alcançar esse objetivo é ''tornar clara'' as conexões entre o evangelho e suas implicações doutrinais e comportamentais. Nós poderíamos chamar essas conexões de &amp;quot;verdades do evangelho&amp;quot; e &amp;quot;conduta do evangelho&amp;quot; respectivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine três círculos concêntricos. No centro está o próprio evangelho, talvez melhor representado pelas palavras de 1Cor 15:3 - &amp;quot;Cristo morreu por nossos pecados.&amp;quot; Essa simples frase fala da realidade do nosso pecado, da necessidade de punição divina, e da maravilhosa provisão de salvação da ira divina por Deus em Cristo. Paulo fala dessas &amp;quot;boas novas&amp;quot; como assunto de &amp;quot;primeira importância&amp;quot;, e nós conhecemos bem a prioridade que ele dá a essa mensagem em sua pregação e manuscritos (cf. 1Cor 2:1-4). Por isso, sua centralidade. Mas para que isso tenha uma centralidade ''funcional'' ela deve ser ''conectada'' às áreas onde as pessoas vivem suas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso nos leva para nosso segundo círculo, verdades do evangelho. Estas são implicações doutrinais do evangelho específicas e concretas; ou, como Paulo coloca isto, &amp;quot;doutrina que se conforma ao (isto é, toma a forma do) glorioso evangelho&amp;quot; (1 Tim 1:10-11). Essas verdades do evangelho levam o evangelho a se relacionar particularmente na mente; elas são úteis para renovar a mente de modo que nosso pensar seja cada vez mais moldado pela verdade do evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como podemos esperar, o livro de Romanos é especialmente saturado com essas verdades do evangelho. Deixe-me dar três exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) Em Romanos 5:1 Paulo declara, &amp;quot;Justificados, ''pois'', mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.&amp;quot; Note a lógica do verso. Alguma coisa resulta da verdade essencial do evangelho. Nosso ter paz com Deus não é o próprio evangelho, mas uma poderosa implicação do evangelho - uma &amp;quot;verdade do evangelho&amp;quot;. E entender essa verdade do evangelho é parte do conformar o pensamento de alguém ao glorioso Evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(2) Em Romanos 8:1 nós lemos: &amp;quot;Agora, ''pois'', já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.&amp;quot; De novo, note o argumento. Paulo não está aqui apresentando o próprio evangelho, mas alguma coisa que é verdade &amp;quot;agora&amp;quot; ''por causa'' do evangelho. Mas a implicação é impressionante! Quando completamente compreendida por um crente ela revolucionará seu mundo mental e o evangelho ''funcionará'' poderosamente para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) Romanos 8:32 é um favorito. &amp;quot;Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará ''também com ele'' todas as coisas?&amp;quot; Note aquelas palavras &amp;quot;também&amp;quot; e &amp;quot;com ele&amp;quot;. Elas falam de alguma coisa que cresce para fora do evangelho. Quando as pessoas enxergarem a conexão entre a verdade do próprio evangelho (&amp;quot;Ele nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós&amp;quot;) e essa verdade do evangelho relacionada à graciosa provisão de Deus quanto a tudo o que precisamos para a nossa santificação (cf. w. 28-29), o evangelho irá ''funcionar'' para o fortalecimento de sua confiança diária na provisão de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho não é apenas para moldar nosso pensamento, também existem sólidas implicações comportamentais. O evangelho não é apenas para renovar nossas mentes, mas também para instruir nossa ''conduta''. As Escrituras nos dão muitos exemplos dessa vida instruída pelo evangelho. Em Gal 2:14 Paulo repreende Pedro pela conduta que era &amp;quot;não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho&amp;quot; e em Fil 1:27 ele insiste que os crentes &amp;quot;vivam [''conduzam'' a si mesmos] de modo digno do evangelho.&amp;quot; Em outras palavras, um dos modos que o evangelho deve funcionar é instruindo comportamentos específicos. Desse modo, nós deveríamos ler nossas Biblias procurando detectar essas conexões. Então, por exemplo, quando Paulo apela aos Coríntios que &amp;quot;fujam da imoralidade sexual&amp;quot; ele explicitamente baseia seu apelo no evangelho - &amp;quot;Não sois de vós mesmos. Porque fostes comprados por preço. ''Agora pois'', glorificai a Deus no vosso corpo&amp;quot; (1Cor 6:18-20). Quando ele impulsiona o perdão ele explicitamente referencia o evangelho como ambos, motivação e modelo (Ef. 4:32). Quando ele diz aos maridos para amarem suas esposas ele faz isso ligando sua exortação diretamente ao evangelho (Ef. 5:25). Quando ele chama os Coríntios à um progresso na generosidade ele explicitamente lembra-os da generosidade de Deus no evangelho (2Cor 8:7,9; 9:12-13, 15). Muito mais exemplos poderiam ser dados. Enfim, todo comportamento cristão deveria fluir do evangelho; ao invés de trabalho duro para evitar banalidades, conexões deveriam ser feitas para cada área da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos maiores desafios e tarefas mais importantes do pastor-prefessor é ''mostrar'' claramente essas conexões para que as pessoas possam especificamente e racionalmente trazer o evangelho para conduzir a ambos, seu pensamento e conduta. Desse modo o evangelho torna-se ''funcionalmente'' central para o indivíduo cristão e para a igreja local.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 18:01:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Gospel_Implications/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Gospel Implications/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Gospel_Implications/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Implicações do Evangelho ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Guiando Seu Povo a Pensar e Viver em Linha com a Verdade do Evangelho'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma igreja é saudável na medida que: (1) seus pastores-professores são capazes de, corretamente, efetivamente e claramente, trazerem o evangelho de uma forma que se relacione com a vida real de seu povo; e (2) seu povo tem um profundo entendimento e apreciação pessoal do evangelho, assim como são capazes de viver no benefício do evangelho diariamente. Eu chamo isso de ''centralidade funcional'' do evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crucial para alcançar esse objetivo é ''tornar clara'' as conexões entre o evangelho e suas implicações doutrinais e comportamentais. Nós poderíamos chamar essas conexões de &amp;quot;verdades do evangelho&amp;quot; e &amp;quot;conduta do evangelho&amp;quot; respectivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine três círculos concêntricos. No centro está o próprio evangelho, talvez melhor representado pelas palavras de 1Cor 15:3 - &amp;quot;Cristo morreu por nossos pecados.&amp;quot; Essa simples frase fala da realidade do nosso pecado, da necessidade de punição divina, e da maravilhosa provisão de salvação da ira divina por Deus em Cristo. Paulo fala dessas &amp;quot;boas novas&amp;quot; como assunto de &amp;quot;primeira importância&amp;quot;, e nós conhecemos bem a prioridade que ele dá a essa mensagem em sua pregação e manuscritos (cf. 1Cor 2:1-4). Por isso, sua centralidade. Mas para que isso tenha uma centralidade ''funcional'' ela deve ser ''conectada'' às áreas onde as pessoas vivem suas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso nos traz para nosso segundo círculo, verdades do evangelho. Estas são específicas e concretas implicações doutrinais do evangelho; ou, como Paulo coloca isto, &amp;quot;doutrina que se conforma ao (isto é, toma a forma do) glorioso evangelho&amp;quot; (1 Tim 1:10-11). Essas verdades do evangelho trazem o evangelho a se relacionar particularmente na mente; elas são úteis para renovar a mente de modo que nosso pensar seja cada vez mais moldado pela verdade do evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como podemos esperar, o livro de Romanos é especialmente saturado com essas verdades do evangelho. Deixe-me dar três exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) Em Romanos 5:1 Paulo declara, &amp;quot;Justificados, ''pois'', mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.&amp;quot; Note a lógica do verso. Alguma coisa resulta da verdade essencial do evangelho. Nosso ter paz com Deus não é o próprio evangelho, mas uma poderosa implicação do evangelho - uma &amp;quot;verdade do evangelho&amp;quot;. E entender essa verdade do evangelho é parte do conformar o pensamento de alguém ao glorioso Evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(2) Em Romanos 8:1 nós lemos: &amp;quot;Agora, ''pois'', já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.&amp;quot; De novo, note o argumento. Paulo não está aqui apresentando o próprio evangelho, mas alguma coisa que é verdade &amp;quot;agora&amp;quot; ''por causa'' do evangelho. Mas a implicação é impressionante! Quando completamente compreendida por um crente ela revolucionará seu mundo mental e o evangelho ''funcionará'' poderosamente para eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) Romanos 8:32 é um favorito. &amp;quot;Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará ''também com ele'' todas as coisas?&amp;quot; Note aquelas palavras &amp;quot;também&amp;quot; e &amp;quot;com ele&amp;quot;. Elas falam de alguma coisa que cresce para fora do evangelho. Quando as pessoas enxergarem a conexão entre a verdade do próprio evangelho (&amp;quot;Ele nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós&amp;quot;) e essa verdade do evangelho relacionada à graciosa provisão de Deus quanto a tudo o que precisamos para a nossa santificação (cf. w. 28-29), o evangelho irá ''funcionar'' para o fortalecimento de sua confiança diária na provisão de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho não é apenas para moldar nosso pensamento, também existem sólidas implicações comportamentais. O evangelho não é apenas para renovar nossas mentes, mas também para instruir nossa ''conduta''. As Escrituras nos dão muitos exemplos dessa vida instruída pelo evangelho. Em Gal 2:14 Paulo repreende Pedro pela conduta que era &amp;quot;não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho&amp;quot; e em Fil 1:27 ele insiste que os crentes &amp;quot;vivam [''conduzam'' a si mesmos] de modo digno do evangelho.&amp;quot; Em outras palavras, um dos modos que o evangelho deve funcionar é instruindo comportamentos específicos. Desse modo, nós deveríamos ler nossas Biblias procurando detectar essas conexões. Então, por exemplo, quando Paulo apela aos Coríntios que &amp;quot;fujam da imoralidade sexual&amp;quot; ele explicitamente baseia seu apelo no evangelho - &amp;quot;Não sois de vós mesmos. Porque fostes comprados por preço. ''Agora pois'', glorificai a Deus no vosso corpo&amp;quot; (1Cor 6:18-20). Quando ele impulsiona o perdão ele explicitamente referencia o evangelho como ambos, motivação e modelo (Ef. 4:32). Quando ele diz aos maridos para amarem suas esposas ele faz isso ligando sua exortação diretamente ao evangelho (Ef. 5:25). Quando ele chama os Coríntios à um progresso na generosidade ele explicitamente lembra-os da generosidade de Deus no evangelho (2Cor 8:7,9; 9:12-13, 15). Muito mais exemplos poderiam ser dados. Enfim, todo comportamento cristão deveria fluir do evangelho; ao invés de trabalho duro para evitar banalidades, conexões deveriam ser feitas para cada área da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos maiores desafios e tarefas mais importantes do pastor-prefessor é claramente ''mostrar'' essas conexões para que as pessoas possam individualmente e racionalmente trazer o evangelho para conduzir a ambos, seu pensamento e conduta. Desse modo o evangelho torna-se ''funcionalmente'' central para o indivíduo cristão e para a igreja local.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 17:50:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Gospel_Implications/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Power of Example/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/The_Power_of_Example/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== O Poder do Exemplo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo não é a coisa principal na vida - é a única coisa. Através dessa frase o famoso missionário médico e autor, Albert Schweitzer, expressou claramente a importância e o poder do exemplo. Quantos de nós lendo isso, temos sido influenciados pela vida poderosa de um pastor, presbítero ou outro cristão que passou por nossas vidas. Se eu mencionar &amp;quot;um pastor fiel&amp;quot;, a imagem de quem surge na sua mente? Se eu mencionar &amp;quot;um cristão fiel&amp;quot;, em quem você pensa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A declaração de Schweitzer é um exagero, claro. Muitas outras coisas estão envolvidas em uma vida de fidelidade, mas elas próprias estão combinadas no exemplo deixado por alguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Mentoração&amp;quot; e &amp;quot;formação&amp;quot; podem soar como conceitos novos, mas eles não são. Parece que, do modo genuíno como Deus nos criou, isso estava em Sua mente. Ele fez os homens à Sua imagem. Nós existimos para seguir Seu exemplo, e para imitar Seu caráter. Na encarnação de Cristo, Deus veio em carne de um modo que podíamos entender e nos relacionar com Ele e, como Pedro disse, &amp;quot;deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos,&amp;quot; (1 Pedro 2:21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós também temos participação nesse ministério de estabelecer e seguir exemplos. Deus criou os seres humanos para nascerem e amadurecerem na companhia de outros humanos, em família. Nós não nos geramos sozinhos e nem aparecemos instantaneamente como pessoas maduras. Deus planejou que pais amorosos fizessem parte do modo como os humanos cresceriam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse também é o modo como Deus intentou fazer-se conhecido nesse mundo decaído. No Velho Testamento Deus chamou Abraão e seus descendentes para serem um povo santo, especial e distinto no mundo. Eles deveriam ser especiais para que o mundo tivesse uma imagem de uma sociedade que espelhasse o caráter de Deus - personificando Seus interesses e valores. Quando Deus disse ao seu povo em Levíticos 19 que eles deveriam &amp;quot;ser santos porque Eu, o SENHOR vosso Deus, sou santo,&amp;quot; Ele não estava falando meramente a um indivíduo, para Moisés ou Arão ou Josué. Ele estava certamente falando a eles, mas nós vemos em Lev. 19:1 que Deus especificamente instruiu Moisés a dizer isso a toda a congregação de Israel. As leis que Ele deu a eles tinha muito a ver com relacionamentos, equidade, justiça e interações sociais. Ele demonstra que conforme essas pessoas se preocupam umas com as outras - com o perdido e o necessitado, com o estrangeiro e o jovem - elas mostrariam alguma coisa do caráter de seu Criador justo e misericordioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falha de Israel nesse ministério modelo para outros é uma das principais cobranças de Deus contra a nação no Velho Testamento. Assim, em Ezequiel 5, o papel de Israel torna-se o de instruir as nações através de exemplos negativos. O SENHOR diz a Israel, &amp;quot;Esta é Jerusalém; pu-la no meio das nações e terras que estão ao redor dela... Pôr-te-ei em desolação e por objeto de opróbrio entre as nações que estão ao redor de ti, à vista de todos os que passarem. Assim, serás objeto de opróbrio e ludíbrio, de escarmento e espanto às nações que estão ao redor de ti, quando eu executar em ti juízos com ira e indignação, em furiosos castigos. Eu, o SENHOR, falei,&amp;quot; (5:5, 14-15). De novo e de novo em Ezequiel, Deus diz que Ele faz o que faz à nação de Israel para o bem de Seu próprio nome, isto é, para que a verdade sobre Ele seja conhecida ente os povos do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este testemunho coletivo para Ele mesmo é o que Deus também intentou através da igreja no Novo Testamento. Em João 13, Jesus disse que o mundo conheceria que nós somos Seus discípulos pelo amor que temos um pelos outros, como Cristo. Paulo escreveu à igreja em Éfeso, &amp;quot;outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz,&amp;quot; (Efésios 5:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossas vidas como cristãos, individualmente, e num efeito multiplicado em nossas vidas juntas como igrejas, nós portamos a luz da esperança de Deus nesse mundo escuro e desesperador. Através de nossas vidas como cristãos nós estamos ensinando uns aos outros, e o mundo ao redor sobre Deus. Se nós amamos uns aos outros, nós mostramos alguma coisa de como é amar a Deus. E, por outro lado &amp;quot;aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê,&amp;quot; (1 João 4:20). Em nossa santidade mostramos a santidade de Deus. Nós somos chamados para trazer às pessoas a esperança de que há um outro modo de vida além das vidas egoístas de frustração que nossa natureza caída e o mundo ao redor conspira para encorajar-nos a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Companheiros pastores e presbíteros, o que nossas igrejas estão ensinando ao mundo que nos observa sobre Deus? Estamos ensinando-os que Deus é limitado à nossa raça? Estamos ensinando-os que Ele tolera pecado e infidelidade, vidas egoístas de mesquinharias e contendas? Quão seriamente temos nós conduzido nosso povo em aceitar a grande tarefa e privilégio que temos de ser a demostração pública, a vitrine, a propaganda, a página web do caráter de Deus para Sua criação?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que privilégio tremendo Ele nos deu, e quão pouco caso fazemos disso. Nós pensamos que se conseguirmos mais pessoas em nossa igreja, isso de alguma forma nega nossa responsabilidade com aqueles que já são nomeados nossos membros. Mas qual o testemunho que cada um destes está dando agora? Quantos dos seus maus testemunhos você tem que trabalhar para superar para que as pessoas consigam ver o bom testemunho que Deus está provendo através daqueles que são verdadeiramente convertidos, e estão mostrando isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo o exercício de disciplina da igreja não é finalmente sobre justificação e vingança. Esses são assuntos de Deus, não de pecadores perdoados como nós (Deuterenômio 32:35; Romanos 12:19)! Mas nós temos uma preocupação em apresentar um bom testemunho aos outros de como Deus é. Nós existimos para sermos exemplos em nossas vidas e conduta. Você notou que em suas epístolas pastorais, Paulo parece particularmente preocupado sobre a reputação que um presbítero teria com aqueles de fora da igreja? Embora deva existir um número de razões para isso, uma certamente deve ser o papel representativo do presbítero da igreja para o mundo. Isso, então, é também o que a igreja deve ser como um todo. É por isso que Paulo ficou tão enfurecido em 1 Coríntios 5. E você notou com quem exatamente Paulo está gritando? Ele não repreendeu o homem que cometeu o ato sexual pecaminoso; antes categoricamente repreendeu a igreja que tolerava tal pecado entre seus membros! Nós conhecemos a triste verdade que alguns do nosso número irão se mostrar perdidos no pecado, mesmo que tenham feito uma boa profissão no início. Nós acreditamos que ao menos alguns deles se arrependerão e voltarão. Mas nós nem mesmo esperamos que a igreja coletivamente omita-se de sua responsabilidade de bem representar a Deus defendendo a santidade e colocando-se contra o pecado. Foi esse assunto - muito mais que o pecado do povo idólatra de Israel no Velho Testamento - o foco da afiada repreensão de Paulo à igreja dos Coríntios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigos, o que diria o apóstolo Paulo da sua igreja e da minha? Quanto não-comparecimento nós toleramos em nome do amor? Quantas relações de adultério ou divórcios não bíblicos nós permitimos passar descomentados em nossas igrejas, ainda que isso grite ao mundo, dizendo &amp;quot;nós não somos mais diferentes do que eles&amp;quot;? Quantas pessoas que trazem divisão nós permitimos que rasguem a igreja sobre pequeninas questões, ou quantas falsas doutrinas nós permitimos que sejam ensinadas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queridos irmãos, se você está lendo isso como um pastor, um presbítero, um líder, professor ou um companheiro membro de uma igreja, pense na grande responsabilidade que temos. Considere como nós podemos testemunhar a Deus melhor - ignorando pecados no nosso meio, ou trabalhando para restaurar gentilmente aqueles que foram pegos em pecado, como Paulo instrui em Gálatas 6:1? O que melhor reflete o Deus que adoramos? Alguma vez a misericórdia de Deus obscureceu Sua santidade em Sua palavra? E na Sua igreja? Qual a nossa mordomia nessa questão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dê atenção ao exemplo que você estabelece ao mundo ao seu redor. Deus tem um plano grandioso para Seu povo e Sua palavra; Ele nos chama para mostrar isso através de nossas palavras e de nossas vidas. Você está fazendo isso? Que Deus ajude cada um de nós a ser fiel nesse grandioso chamado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 07:34:25 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Power_of_Example/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Sustained by Sovereign Graceâ€”Forever/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Sustained_by_Sovereign_Grace%C3%A2%E2%82%AC%E2%80%9DForever/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 16 June 1996 |other= |categorytopic= The Sovereignty of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Olivia Monteiro |levels= 1|reviewed= Not Reviewed|newtitle= Mantido pela Graça da Soberania - Sempre}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jeremias 32:36--41'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por isso agora, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis:”Já está dada na mão do rei de Babilónia, pela espada, e pela fome, e pela pestilência,”37 “ Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde houver lançado a minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem nele seguramente. 38 E eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; 38 E lhes darei um mesmo coração e um mesmo caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem dos seus filhos depois deles. 40 “E farei com eles um concerto eterno, que não se desviará deles, para lhes fazer bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim”. 41” E alegrar-me-ei por causa deles, fazendo-lhes bem, e os plantarei nesta terra certamente, e com todo o meu coração e com toda a minha alma.” 42” Porque assim diz o Senhor; Como eu trouxe sobre este povo todo este grande mal, assim trarei sobre ele todo o bem que lhes tenho prometido.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Que É Manter A Graça?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós estamos a celebrar 125 anos de Deus a manter a Graça. O que é isso? O que é manter a Graça? Deixem-me pôr isso numa rima de quatro linhas:&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não é a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento,&amp;lt;br&amp;gt;Nem fugir de toda a angústia, mas isto:&amp;lt;br&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Eu insisto nisto porque para celebrar a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento, e que nos dá a fuga para toda a angústia e que não ordena a nossa dor seria biblicamente falso e experimentalmente irrealista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''. . . Numa Colisão Quase fatal'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa experiência e a bíblia ensina-nos que a Graça não previne a dor, mas ordena e arranja e mede a nossa dor, e depois na escuridão está lá para a manter. Por exemplo, ontem Bob Ricker, o Presidente da Conferência Batista Geral, falou das preciosas lembranças de Deus em manter a Graça. Quase há dez anos atrás Bob e a filha de Dee estiveram envolvidas num acidente de automóvel sério. Ela está viva hoje por uma razão. Num carro que os seguia estava um médico que por acaso tinha um tubo de ar no bolso. Quando ele chegou junto dela, ela já estava azul. Ele forçou o tubo pela garganta dela e salvou-lhe a vida. No casamento dela há alguns anos atrás, o Bob disse-lhe: Essas marcas faciais terás de viver com elas para sempre – elas são a memória de manter a Graça. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora o Bob Ricker não é ingénuo. Ele sabe que Deus pode ordenar que num carro que seguia atrás dele estivesse um médico, e que esse médico tivesse um aparelho de respiração no seu bolso, e que ele tivesse a presença de espírito de o usar sabiamente, então este Deus é completamente capaz de prevenir este acidente em primeiro lugar. De facto, uns momentos antes o Bob tinha citado Efésios 1:11, “Fomos predestinados, ''conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade''.&amp;quot; E ele enfatizou: “ Todas as coisas, quer dizer todas as coisas” – incluindo, eu presumo, os caminhos dos carros e aviões e das setas e balas. Essa foi a inspiração para o meu pequeno poema, “O que é manter a Graça?” &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não é a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento&amp;lt;br&amp;gt; Nem fugir de toda a angústia, mas isto:&amp;lt;br&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''. . . Quando O Carro Avaria'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sábado, há duas semanas atrás, Noel e Abraham e Barnabas e Talitha estavam a viajar para Geórgia num carro e este avariou num pedaço de terra isolado a cerca de uma hora a sul de Indianapolis. O radiador estava furado. Um agricultor por volta dos seus sessenta anos encostou e ofereceu ajuda. A Noel diz que se calhar eles precisavam de um motel e que desejava que na segunda-feira de manhã houvesse uma oficina aberta para lhe reparar o carro. O agricultor diz, “ Gostariam de ficar comigo e com a minha mulher?” Noel hesitou e não os queria pôr numa situação incómoda. Ele diz, “ O Senhor diz que quando servimos os outros, é como se o estivéssemos a servir a ele.” Ela diz, “ Bem, podemos ir consigo à igreja de manhã?” Ele diz, “ Se não te importares de ir a uma Igreja Baptista.” &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eles ficaram com o agricultor, que também era mecânico de aviação, e que diagnosticou o problema, conduziu até à cidade na Segunda-feira de manhã. Comprou um radiador novo, voltou, montou o radiador a nenhum custo, e mandou a família de volta para o seu caminho. Entretanto Barnabas tirou a sua cana da pesca do carro e apanhou um peixe-gato (ictalurus punctatua) de 48,26 centímetros, que foi a cobertura do bolo. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Deus que causa um agricultor a parar para ajudar Noel e que vê que ele é Cristão (mesmo um Baptista!), e que ele e a sua mulher tinham um quarto para a família ficar, e que ele é um mecânico, e que ele encontra um radiador a primeira coisa logo de manhã, e que ele está a gastar os eu tempo de boa vontade, e que ele tem um lago com peixes gato este Deus é perfeitamente capaz de impedir que um radiador de fure no meio de algures em Indiana. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''. . . Quando A Cura Não Acontece'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas neste mundo combalido de futilidade isto não é só o que acontece em manter a Graça. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não é a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento&amp;lt;br&amp;gt; Nem fugir de toda a angústia, mas isto:&amp;lt;br&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Um dos nossos homens mais novos está a atravessar alguns problemas neste momento que estão a testar a sua fé quase até ao limite. Ele disse-me recentemente: Seria mais fácil se Jesus não tivesse curado mas em vez disso tivesse dado Graça para aguentar a ausência de curas. Uma das coisas que lhe disse foi o seguinte: Foi exactamente isso que Jesus fez – e para essa mesma razão - nos Coríntios 2:9-10 A Graça de Deus ordena que Paulo tenha um pico no seu corpo pelo bem da sua humildade e que depois não o remova em resposta a uma oração. Mas ele diz, &amp;lt;br&amp;gt;A minha (maneira de manter a) Graça é suficiente para ti, porque o poder é mais perfeito na fraqueza.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o qual o Paulo responde, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Muito contente, então, Eu antes quero vangloriar-me da minha fraqueza, para que o poder de Cristo possa viver dentro de mim. Então eu estou muito contente com a fraqueza, com os insultos, com o desespero, com as perseguições, com as dificuldades, pelo bem de Cristo, porque enquanto estou fraco, então eu estou forte.&amp;lt;br&amp;gt; Não é a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento &amp;lt;br&amp;gt;Nem fugir de toda a angústia, mas isto:&amp;lt;br&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''. . . Quando a Igreja Ardeu'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa Segunda-feira, a 16 de Março de 1885, quando a Igreja Baptista Belém tinha 14 anos e estava localizada na esquina da 12º Avenida com a 6ª Rua (onde agora está a Companhia Douglas) a igreja incendiou-se. Estava em ruínas para além de reparação. Mas na escuridão havia uma admiração pela Graça de Deus. A parte do telhado onde os bombeiros estiveram em pé foi a única parte que não ruiu. E dentro de sete semanas a igreja comprou o edifício da Igreja da Segunda Congregação onde nós adoramos por 106 anos até que o edifício foi completado em 1991.e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora o Deus que pode poupar bombeiros ao suportar uma parte de um telhado frágil. E que pode arranjar um edifício novo e melhor em sete semanas, podia ter prevenido o incêndio em primeiro lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu espero que este ponto de vista esteja claro. Nós estamos a celebrar ''em manter'' a Graça.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Deus Nem Sempre Poupa A Calamidade'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso texto em Jeremias 32 é sobre esse tipo de manter a graça, e detém a chave porque é que a Igreja Baptista de Belém está viva na cidade hoje depois de 125 anos a estar à prova. Jerusalém e os escolhidos por Deus estão na escuridão e em angústia. E foi Deus ele mesmo quem ordenou isso. Veja no verso 36: “E, por isso, agora, assim diz o senhor, O Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está dada na mão do Rei de Babilónia, pela espada, e pela fome, e pela pestilência.” É o que dizem sobre isso. E é verdade. A Graça não os poupou a essa calamidade. Nem a Graça de Deus vos poupará á vossa calamidade apontada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas aquilo que ''dizem'' sobre os escolhidos de Deus não é a última palavra. Deus tem a última palavra. E é uma palavra de graça. Verso 37: “Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os houver lançado na minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar e farei que habitem nele seguramente.” Então Deus declarou que foi ele que ordenou os problemas e a dor. “ ''Eu conduzi-os''” para estas terras desconhecidas. E ele declara que ele próprio os trará para junto dele próprio e para as suas terras. Noutras palavras, manter a Graça irá eventualmente vencer a calamidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como Poderemos Ter A Certeza do Triunfo da Graça?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Poderemos Ter A Certeza do Triunfo da Graça? Se Deus é um Deus de justiça que pode mandar Israel para um exílio devastante onde muitos se perdem derivado aos seus pecados e desobediência, então como podemos ter confiança que o mesmo não irá acontecer hoje aos escolhidos por Deus – A igreja, a noiva de Deus, o verdadeiro Israel, você e eu, que fomos chamados para fraternidade do seu Filho? É uma das perguntas a fazer: Porque é que Belém durou 125 anos? Mas uma pergunta ainda mais urgente é: Como podemos ter a certeza que a Graça irá triunfar sobre Belém e nas nossas vidas no futuro? Como poderemos ter a certeza que a Graça nos irá manter até ao fim na nossa fé e na sua santidade que nos trará em segurança para o céu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sobre isso que o resto do texto trata. A resposta é: Manter a Graça pelas pessoas escolhidas por Deus é a soberania da Graça. Isto é, manter a Graça é a Graça omnipotente. É a Graça que ultrapassa todos os obstáculos e que preserva a fé e a santidade que nos trará de volta ao céu. Esta é a nossa confiança mais segura para o futuro. Você e eu, em nós próprios, somos completamente inconstantes e duvidosos. Se nós fossemos deixados aos nossos próprios poderes, nós iríamos naufragar na nossa fé, isso de certeza. Por esta razão os santos têm rezado há séculos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ai a Graça tão grande a credora&amp;lt;br&amp;gt;Diariamente eu estou constrangido para ser!&amp;lt;br&amp;gt;Deixem a bondade como um obstáculo&amp;lt;br&amp;gt;Junte o meu coração divagando junto ao seu:&amp;lt;br&amp;gt;Inclinado para divagar, Deus eu sinto-o,&amp;lt;br&amp;gt;Inclinado para deixar o Deus que eu amo;&amp;lt;br&amp;gt;Aqui está o meu coração, Ó, leva-o e sela-o&amp;lt;br&amp;gt;Sela-o nos teus tribunais acima.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
É por essa razão por qual os santos devem rezar? É essa a maneira de rezar para o vosso futuro e pelo futuro de Belém? É essa a maneira de rezar? Faça a sua bondade como um obstáculo – uma corrente - que une o meu coração divagando junto ao teu. Sela o meu coração com uma união inquebrável pelos tribunais do céu. Noutras palavras: Guarda-me! Preserva-me! Derruba todas as rebeliões que se erguerem! Ultrapassa todas as dúvidas irritantes! Entrega de todas as tentações destrutivas! Invalida todos os encantos fatais! Expõe todas as decepções demónicas! Rasga todos os argumentos arrogantes! Dá-me forma! Inclina-me! Segura-me! Domina-me! Faz o que for necessário para eu continuar a confiar em ti e a ter medo de ti até que Jesus venha ou chame. Se calhar nós – deveríamos nós – rezar e cantar assim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta para esse texto é sim. Esse tipo de cantar e rezar esta enraizado no novo convénio da manter, manter a Graça. Vamos lê-la. Guarda na memória: Esta é uma das várias promessas do Testamento Antigo do novo convénio que Jesus disse que tinha selado com o seu próprio sangue por todos nele. Não é só pelos Judeus, mas por todos aqueles que são verdadeiros Judeus por virtude da união com Jesus, a semente de Abraão (Gálatas 3:7, 16). Jeremias 32:38 — 41 diz,&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;38 E eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; 39 E lhes darei um mesmo coração e um mesmo caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem dos seus filhos depois deles. 40 “E farei com eles um concerto eterno, que não se desviará deles, para lhes fazer bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim”. 41” E alegrar-me-ei por causa deles, fazendo-lhes bem, e os plantarei nesta terra certamente, e com todo o meu coração e com toda a minha alma.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Quatro Promessas de Manter, Suster a Graça'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota as quatro promessas de manter, suster a Graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Deus Será o nosso Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus promete ser o nosso Deus Verso 38: “E eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus” Todas as promessas dele ao povo estão resumidas nisto: “Eu serei o vosso Deus” Isto é, Eu usarei tudo o que sou como Deus – toda a minha sabedoria, todo o meu poder, e todo o meu amor – para garantir que vocês sejam o meu povo. Tudo o que sou como Deus, eu usarei para o vosso bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Deus Promete Mudar Os Nossos Corações'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus promete mudar os nossos corações e fazer com que o amemos e tenhamos medo dele. Verso 39: “E lhes darei um mesmo coração e um mesmo caminho, para que me temam todos os dias.&amp;quot; . . (v. 40b)” Porei o meu temor nos seus corações.” Noutras palavras, Deus não vai ficar a ver se nós, pelos nossos poderes, temos medo dele; ele de forma soberana, de forma suprema, com piedade, dá-nos o coração que necessitamos, e dá-nos a fé e o medo de Deus que nos levará para o céu. Esta é a soberania, de manter a Graça. (Ver Deuteronómio 30:6; Ezequiel 11:19-20; 36:27.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Deus Promete Que Nós Não Lhe Vamos Virar As Costas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus promete que não nos irá virar as costas e que nós não lhe vamos virar as costas. Verso 40: “E farei com eles um concerto eterno, ''que não se desviará deles, para lhes fazer bem'', e porei o meu temor no seu coração, ''para que nunca se apartem de mim''. Isto é o que é novo sobre o novo convénio: Deus promete satisfazer pelo seu poder as condições que nós teremos de encontrar. Nós temos de ter medo dele, de o amar e de confiar nele. E ele diz, Eu farei com que isso aconteça. “Eu porei o medo por mim nos seus corações” – não para ver o que eles farão com ele, mas de uma maneira que “ eles não me virarão as costas.” Isto é a soberania, manter a Graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Deus Promete Fazer Isto Com Intensidade Infinita'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, deus promete fazer isto com a sua maior intensidade imaginável. Ele expressa isso de duas maneiras, uma no início e uma no fim do verso 41: “''E alegrar-me-ei por causa deles, fazendo-lhes bem; e os plantarei nesta terra certamente, com todo o meu coração e com toda a minha alma.''” Primeiro ele diz que ele exercerá esta soberania, mantendo a Graça com ''alegria'': “ Eu alegrar-me-ei” Depois ele diz ( no fim do verso 41) que ele exercerá esta soberania, sustendo Graça “com alegria “ com ''todo'' o (seu) coração e com ''toda'' a (sua) alma.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual O Tamanho Do desejo de Deus Em Fazer O Bem Para Você?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele alegra-se de o suster a si e ele alegra-se com todo o seu coração e com toda a sua alma. Agora pergunto-lhe, sem nenhum exagero de sermão ou retórico floreado ou com qualquer sentido de demasiada importância – eu pergunto-lhe, eu desafio-o, você pode conceber de uma intensidade de desejo maior que um desejo com o poder de “''todo'' o coração de Deus e ''toda'' a alma de Deus”? Vamos fazer de conta que você leva todo o desejo de comida, de sexo, de dinheiro, de fama, de poder, de significado, dos amigos e da segurança nos corações e nas almas de todos os seres humanos na terra – digamos uns seis biliões – e se você pusesse todo esse desejo, multiplicava por seis biliões de corações e almas, num recipiente. Como é que isso se comparava com o desejo de Deus para vos fazer bem implicado nas palavras “ com ''todo'' o seu coração e com ''toda'' a sua alma”? Seria como comparar um dedal ao Oceano Pacifico. Porque o coração e a alma de Deus são infinitos. E os corações e almas dos homens são limitados. Não há intensidade maior que a intensidade de “ todo o coração de Deus, toda a alma de deus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E essa é a intensidade da alegria que ele tem em mantê-lo com a soberania da Graça: “ Eu alegrar-me-ei por causa deles, fazendo-lhes bem, e os plantarei nesta terra certamente, com todo o meu coração e toda a minha alma.” Alguns de vocês poderão estar a saborear a doçura da Graça pela primeira vez esta manhã. Esse é o trabalho do Espírito Santo na vossa vida, e eu imploro-vos para a guardarem para vós e para serem comandados pela soberania, mantendo a Graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros de vocês têm vivido com esta doce segurança há décadas e simplesmente se juntam a mim esta manhã em exultação desta gloriosa realidade nas nossas vidas. Eu convido-vos a todos para cantar comigo, para abençoar o Pai e o Filho e o Espírito Santo pela soberania de manter a Graça que nos manteve a nós como igreja há 125 anos e que guardará a eleição de Deus na fé até Jesus chegar ou até Jesus chamar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não é a graça que impede aquilo que não é do nosso contentamento&amp;lt;br&amp;gt; Nem fugir de toda a angústia, mas isto:&amp;lt;br&amp;gt;A graça que ordena as nossas preocupações e dores,&amp;lt;br&amp;gt;E depois, na escuridão, está lá para a manter.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos abençoar Deus juntos com o hino #9, “ Canta Louva o Pai” – e quando nós chegarmos ao verso 3, festejem comigo nesta verdade que o Espírito apressa, e corteja, e domina, e sela, e apresenta-nos com a perfeito, sem falhas para Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 06:43:08 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Sustained_by_Sovereign_Grace%C3%A2%E2%82%AC%E2%80%9DForever/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Ministering to Your Pastor/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Ministering_to_Your_Pastor/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Ministrando ao Seu Pastor&amp;lt;br&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''The Bible Friend (Vol. 75, No. 8), Minneapolis, MN''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar com uma passagem da Escritura em Romanos 1:8-12. Paulo diz a igreja:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé. Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos. Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu gostaria de discutir nossa responsabilidade em ministrar ao nosso pastor. Nós já escutamos diversas vezes que todos os cristãos são ministros, de acordo com Efésios 4:12. Nós enfatizamos em nossas classes de escola dominical a necessidade de orar um pelo outro e encorajar um ao outro na fé, mas acho que somos peritos em esquecer que nosso pastor é um de nós. Então eu gostaria de lembrar-nos porque devemos ministrar ao nosso pastor, como podemos fazer isso melhor e o que podemos esperar como resultado disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, por que devemos ministrar ao nosso pastor? A razão é que ele é humano e um companheiro crente como nós. Como um homem ele é tão suscetível às tentações quanto qualquer um de nós. A fé não é automática para ele só porque ele é um pastor. Não é mais fácil para ele ser uma pessoa amável e esperançosa do que o é para nós. Seus recursos na luta da fé não são maiores que os nossos. Ele é um de nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais que isso, a carga singular do seu chamado demanda nosso ministério fiel a ele; por exemplo, a carga administrativa de ver que centenas de detalhes foram providenciados. A maioria deles nos nem sequer temos ciência. Depois tem a carga de ouvir e entregar mensagens de Deus semana após semana. Nunca pense que essas mensagens chegam facilmente para um pastor. Se elas tem consistência bíblica, elas requerem muito trabalho duro. Muitas lágrimas são derramadas em cima de sermões que simplesmente não chegam. Se nos sentimos secos espiritualmente nós podemos não comparecer a igreja ou buscar um renovo, mas onde pode um pastor ir?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois vem o peso de querer que seu povo aja mais como Jesus e seja a luz do mundo. Paulo diz aos Gálatas (4:19), &amp;quot;Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós.&amp;quot; Nada é mais pesado no coração de um pastor do que quando seu rebanho não cresce em fé, amor e justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês todos poderiam fazer uma lista mais longa de pressões pastorais, mas vamos considerar agora como ministrar ao nosso pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor meio de carregar a carga do seu pastor é ser um cirstão. Paulo disse em Filipenses 2:2-3, &amp;quot;Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.&amp;quot; Em outras palavras, nada irá aliviar mais nosso pastor que uma congregação humilde, amorosa, como Cristo. Paulo diz a igreja em Roma, &amp;quot;Muito desejo ver-vos... para que reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua&amp;quot; (1:11-12). Nossa fé é uma fonte de grande encorajamento ao nosso pastor. Então vamos ser um povo crente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, eu tenho três sugestões específicas de coisas que podemos fazer para fortalecer nosso pastor e aumentar a fertilidade do seu ministério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Ore por ele todo dia. Anote para não esquecer. E não diga apenas, &amp;quot;Deus abençoe o pastor.&amp;quot; Seja específico. Ore por sua saúde, suas mensagens, sua familia, suas visitas, seus defeitos e fraquezas. Coloque-se no lugar dele e tente sentir com ele enquanto você ora.&lt;br /&gt;
# Segundo, saia do seu caminho para dizer-lhe algumas palavras de afeto e encorajamento. Escreva uma nota no cartão de registro, envie uma carta agora e depois para sua casa; pegue o telefone ligue para ele. Pegue-o sozinho alguma hora, olhe-o no rosto e diga, &amp;quot;Eu aprecio seu trabalho, pastor, e estou orando por você todo dia,&amp;quot; Não fique satisfeito com trivialidades na porta depois dos cultos de domingo.&lt;br /&gt;
# Terceiro, admoeste-o com um espírito de perdão. Eu nunca conversei com alguém em minha vida que estivesse completamente satisfeito com seu pastor. Existe uma razão muito simples: Todos os homens são imperfeitos. Algumas pessoas parecem nunca aprender isso e pulam de igreja em igreja em busca de um pastor sem defeitos. Isso é desesperançoso. É muito melhor encontrar uma igreja onde você sinta-se em casa e considerar sua responsabilidade para vida ajudar o pastor a crescer. Todo mundo gostaria de mudar alguma coisa em seu pastor, mas quantos de nós tem se empenhado em orar com afinco a respeito disso? E quantos tem sentado com ele e com espírito humilde e de perdão o tem admoestado para mudar? Se nós o amamos nós faremos isso... E ele não é tão amedrontador assim para não conversarmos com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses são apenas alguns modos de ministrar ao seu pastor. Você pode pensar em outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta final que eu deixei foi, o que podemos esperar como resultado de nosso ministério? Em resumo, podemos esperar por um pastor aliviado, esperançoso e revigorado. Desse modo, nossa ministração a ele vai voltar a nós como um bumerangue e vai criar um povo aliviado, esperançoso e revigorado. E então o mundo saberá que Cristo é real e trabalha entre nós. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 01:53:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Ministering_to_Your_Pastor/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Ministering to Your Pastor/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Ministering_to_Your_Pastor/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Ministrando ao Seu Pastor&amp;lt;br&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''The Bible Friend (Vol. 75, No. 8), Minneapolis, MN''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar com uma passagem da Escritura em Romanos 1:8-12. Paulo diz a igreja:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé. Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos. Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu gostaria de discutir nossa responsabilidade em ministrar ao nosso pastor. Nós já escutamos diversas vezes que todos os cristãos são ministros, de acordo com Efésios 4:12. Nós enfatizamos em nossas classes de escola dominical a necessidade de orar um pelo outro e encorajar um ao outro na fé, mas acho que somos peritos em esquecer que nosso pastor é um de nós. Então eu gostaria de lembrar-nos porque devemos ministrar ao nosso pastor, como podemos fazer isso melhor e o que podemos esperar como resultado disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, por que devemos ministrar ao nosso pastor? A razão é que ele é humano e um companheiro crente como nós. Como um homem ele é tão suscetível às tentações quanto qualquer um de nós. A fé não é automática para ele só porque ele é um pastor. Não é mais fácil para ele ser uma pessoa amável e esperançosa do que o é para nós. Seus recursos na luta da fé não são maiores que os nossos. Ele é um de nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais que isso, a carga singular do seu chamado demanda nosso ministério fiel a ele; por exemplo, a carga administrativa de ver que centenas de detalhes foram providenciados. A maioria deles nos nem sequer temos ciência. Depois tem a carga de ouvir e entregar mensagens de Deus semana após semana. Nunca pense que essas mensagens chegam facilmente para um pastor. Se elas tem consistência bíblica, elas requerem muito trabalho duro. Muitas lágrimas são derramadas em cima de sermões que simplesmente não chegam. Se nos sentimos secos espiritualmente nós podemos não comparecer a igreja ou buscar um renovo, mas onde pode um pastor ir?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois vem o peso de querer que seu povo aja mais como Jesus e seja a luz do mundo. Paulo diz aos Gálatas (4:19), &amp;quot;Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós.&amp;quot; Nada é mais pesado no coração de um pastor do que quando seu rebanho não cresce em fé, amor e justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês todos poderiam fazer uma lista mais longa de pressões pastorais, mas vamos considerar agora como ministrar ao nosso pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor meio de carregar a carga do seu pastor é ser um cirstão. Paulo disse em Filipenses 2:2-3, &amp;quot;Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.&amp;quot; Em outras palavras, nada irá aliviar mais nosso pastor que uma congregação humilde, amorosa, como Cristo. Paulo diz a igreja em Roma, &amp;quot;Muito desejo ver-vos... para que reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua&amp;quot; (1:11-12). Nossa fé é uma fonte de grande encorajamento ao nosso pastor. Então vamos ser um povo crente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, eu tenho três sugestões específicas de coisas que podemos fazer para fortalecer nosso pastor e aumentar a fertilidade do seu ministério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Ore por ele todo dia. Anote para não esquecer. E não diga apenas, &amp;quot;Deus abençoe o pastor.&amp;quot; Seja específico. Ore por sua saúde, suas mensagens, sua familia, suas visitas, seus defeitos e fraquezas. Coloque-se no lugar dele e tente sentir com ele enquanto você ora.&lt;br /&gt;
# Segundo, saia de seu caminho e diga algumas palavras de afeto e encorajamento. Deixe uma nota no cartão de registro, envie uma carta agora e depois para sua casa, ligue para ele. Pegue-o sozinho alguma hora, olhe-o no rosto e diga, &amp;quot;Eu aprecio seu trabalho, pastor, e estou orando por você todo dia,&amp;quot; Não fique satisfeito com trivialidades na porta depois dos cultos de domingo.&lt;br /&gt;
# Terceiro, admoeste-o com um espírito de perdão. Eu nunca conversei com alguém em minha vida que estivesse completamente satisfeito com seu pastor. Existe uma razão muito simples: Todos os homens são imperfeitos. Algumas pessoas parecem nunca aprender isso e pulam de igreja em igreja em busca de um pastor sem defeitos. Isso é desesperançoso. É muito melhor encontrar uma igreja onde você sinta-se em casa e considerar sua responsabilidade para vida ajudar o pastor a crescer. Todo mundo gostaria de mudar alguma coisa em seu pastor, mas quantos de nós tem se empenhado em orar com afinco a respeito disso? E quantos tem sentado com ele e com espírito humilde e de perdão o tem admoestado para mudar? Se nós o amamos nós faremos isso... E ele não é tão amedrontador assim para não conversarmos com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses são apenas alguns modos de ministrar ao seu pastor. Você pode pensar em outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta final que eu deixei foi, o que podemos esperar como resultado de nosso ministério? Em resumo, podemos esperar por um pastor aliviado, esperançoso e revigorado. Desse modo, nossa ministração a ele vai voltar a nós como um bumerangue e vai criar um povo aliviado, esperançoso e revigorado. E então o mundo saberá que Cristo é real e trabalha entre nós. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 01:43:09 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Ministering_to_Your_Pastor/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Can the Regenerate Be Erased From the Book of Life?/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 22 December 2006 |other= |categorytopic= Perseverance of the Saints |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pode o Regenerado Ser Apagado do Livro da Vida? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Meditação em Apocalipse 3:5''&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Apocalipse 3:5'''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
O fim do ano está próximo. Finais nos fazem ponderar sobre persistência. Nós conseguimos chegar ao fim de mais um ano (quase). Conseguiremos chegar a outro? Mais importante: Iremos perseverar, como Jesus diz, até o fim e então seremos salvos (Marcos 13:13)? Perseverança é uma promessa e um presente precioso. Não sem lutas. Mas nós lutamos como vitoriosos. Assim eu gostaria de te encorajar aqui no final do ano a combater o bom combate novamente, e ter profunda confiança que Deus não vai apagar seu nome do livro da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preciosa verdade bíblica que os santos irão perseverar na fé até o fim e serão salvos sofre implacável oposição, geração após geração. Apesar disso a verdade prevalece, descansada firmemente na soberana fidelidade de Deus para completar a salvação de seu eleito. Ele planejou-a [a salvação] na eternidade, comprou-a com a morte de Cristo na cruz, e está colocando-a em prática através do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 8:30 diz, &amp;quot;[Aqueles] aos que justificou, a estes ele também glorificou.&amp;quot; Em outras palavras, entre o evento da justificação pela fé no começo da nossa vida cristã, e o evento da glorificação e ressurreição de nossos corpos (Filipenses 3:21), não haverão desistências, resgates ou expulsões. &amp;quot;Aqueles aos que justificou, ele também glorificou&amp;quot; - todos eles. Deus guardará e também santificará aqueles que ele justificou e assegurará que eles mantenham-se na fé e perseverem até o fim e sejam salvos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 João 2:19 descreve como deveríamos entender as aparentes desistências: &amp;quot;Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, ''se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido'' conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos.&amp;quot; Em outras palavras, a falha em perseverar não é um sinal que você pode ser verdadeiramente nascido de novo e justificado e então se perder. Antes a falha na perseverança é um sinal que você nunca foi verdadeiramente parte do povo regenerado de Deus. Este é o ponto explícito de 1 João 2:19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso, existem textos que têem persuadido alguns a rejeitarem esse ensinamento. O texto que estou considerando aqui é Apocalipse 3:5 onde o Senhor Jesus diz, &amp;quot;O que vencer será vestido de vestes brancas, ''e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida''; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dizem que esse é um texto indiscutível contra a doutrina da perseverança dos santos. Eles assumem que quando Apocalipse 3:5 diz que Deus não irá apagar o nome de um indivíduo do livro da vida, isso implica que ele apague outros do livro da vida, e que essas são as pessoas que foram uma vez justificados e então mais tarde foram condenadas. Mas seria isso uma suposição verdadeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A promessa &amp;quot;Eu não apagarei seu nome do livro da vida&amp;quot;, não necessariamente implica que alguns têem seus nomes apagados. Ela somente diz ao que está no livro e vence na fé: Eu nunca irei eliminar seu nome. Em outras palavras, ser apagado é um prospecto temeroso que Eu não permitirei que aconteça. Eu vou mantê-lo seguro no livro. Essa é uma promessa feita àqueles que perseveram e vencem. Ela não diz que aqueles que falharam na luta e se desviaram de Cristo estavam escritos no livro e foram apagados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, existem dois outros versos em Apocalipse que parecem ensinar que ter seu nome escrito no livro da vida significa que você vai perseverar e vencer. Considere Apocalipse 13:8. &amp;quot;E todos os que habitam sobre a terra irão adorá-la [a besta], todo aquele cujo nome não foi escrito desde a fundação do mundo no livro da vida do Cordeiro que foi morto.&amp;quot; Esse verso implica que aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro &amp;quot;desde a fundação do mundo&amp;quot; definitivamente não irão adorar a besta. Em outras palavras, ter nosso nome no livro da vida desde a fundação do mundo parece significar que Deus vai guarda-lo de cair e vai conceder que você permaneça fiel a Deus. Estar no livro significa que você não irá apostatar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semelhantemente considere Apocalipse 17:8, &amp;quot;A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.&amp;quot; De novo, ter o nome de alguém escrito no livro da vida desde a fundação do mundo aparenta proteger esse alguém de &amp;quot;admirar-se&amp;quot; da besta. Aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo irão se maravilhar. Se seu nome está escrito lá, você não se maravilhará da besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino aqui é que ter o nome de alguém escrito no livro da vida é eficaz. Ou seja, isso tem um efeito que define as ações dessa pessoa. Ter seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro desde a fundação do mundo garante que você não irá adorar ou maravilhar-se da besta. João não diz, &amp;quot;Se você adorar a besta, seu nome é apagado.&amp;quot; Ele diz, &amp;quot;Se seu nome está escrito, você não irá adorar a besta.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se completa com Apocalipse 3:5, &amp;quot;O que vencer... Eu não riscarei o seu nome do livro da vida.&amp;quot; A vitória requerida em 3:5 é garantida em 13:8 e 17:8. Isso não é uma contradição tanto quanto quando Paulo diz, &amp;quot;Desenvolvei vossa salvação... Porque Deus é o que efetua em vos tanto o querer como o realizar, segundo sua boa vontade&amp;quot; (Filipenses 2:12-13). Não é uma coisa sem sentido declarar a condição: se você vencer, Deus não apagará seu nome (3:5); e declarar a garantia: se seu nome está escrito, você vencerá (13:8 e 17:8). Os &amp;quot;inscritos&amp;quot; de Deus realmente querem vencer, e realmente irão. Um lado realça nossa responsabilidade; o outro realça a soberania de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impacto prático dessa verdade não é que façamos pouco caso da fé, do amor e da santidade. Há necessidade de vigilância (Hebreus 3:12) e esforço (Lucas 13:24) e busca (Hebreus 12:14) na vida cristã. Antes, o impacto é que descansemos na garantia que não fomos deixados à nossa própria sorte nessa &amp;quot;luta da fé&amp;quot;. O Deus que te chamou é fiel para &amp;quot;vos confirmar também até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo&amp;quot; (1 Coríntios 1:8). &amp;quot;Fiel é o que vos chama, o qual também o fará [santos]&amp;quot; (1 Tessalonicenses 5:24). Ele irá completar a salvação que começou (Filipenses 1:6). Nós somos guardados pelo poder de Deus (1 Pedro 1:5). ''Devemos'' lutar, porque só aqueles que perseverarem serão salvos (Marcos 13:13). E lutas ''nós desejamos'', porque Deus nos aperfeiçoa em todo o bem, para cumprir sua vontade (Hebreus 13:21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Esse artigo foi originalmente escrito em 1997 e publicado em ''Taste and See'')&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 17:46:51 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Defending My Father's Wrath/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 14 June 2006 |other= |categorytopic= The Wrath of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 1 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Defendendo a Ira do Meu Pai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem forças culturais trabalhando dentro e fora da Igreja que me fazem impulsivamente defender a ira do meu Pai contra mim antes de eu ser adotado. Ele não precisa da minha defesa. Mas acredito que ele seria honrado por isso. E ele nos ordenou, &amp;quot;Honra teu pai&amp;quot; (Êxodo 20:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou escrevendo de Cambridge, Inglaterra, e minha indignação sobre o ataque a meu Pai é de origem britânica. A calunia que eu tenho em mente é o seguinte parágrafo de um popular escritor britânico:&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O fato é que a cruz é uma forma cósmica de abuso infantil - um Pai vingativo que pune seu Filho por uma ofensa que ele nem mesmo cometeu. Compreensivelmente, pessoas tanto dentro quanto fora da Igreja acabam considerando essa distorcida versão de eventos moralmente dúbia e uma imensa barreira à fé. Mais profundo que isso, no entanto, é que tal conceito entra em total contradição com a declaração: &amp;quot;Deus é amor&amp;quot;. Se a cruz é um ato pessoal de violência cometido por Deus ao gênero humano mas sofrida por seu Filho, então ela zomba do próprio ensinamento de Jesus de amar seus inimigos e de recusar pagar o mal com mal (Steve Chalke e Alan Mann, ''The Lost Message of Jesus,'' [Grand Rapids, MI: Zondervan, 2003], pág. 182-183).&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Isso espantosamente veio de um cristão declarado. Em defesa do meu Pai celestial eu gostaria de testemunhar a verdade que, antes dele me adotar, sua terrível ira estava sobre mim. Jesus disse, &amp;quot;Quem crê no Filho tem a vida eterna, quem não obedecer... ''sobre ele permanece a ira de Deus''&amp;quot; (João 3:36). A ira permanece em nós enquanto não temos fé em Jesus. Paulo coloca dessa maneira: Nós &amp;quot;éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade&amp;quot; (Efésios 2:3). Minha própria natureza me fez merecedor da ira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu destino era enfrentar o &amp;quot;fogo ardente&amp;quot; e &amp;quot;vingança daqueles... que não obedecem ao evangelho do Senhor Jesus... [e que] sofrem a punição da destruição eterna&amp;quot; (2 Tessalonicenses 1:8-9). Eu não era um filho de Deus. Deus não era meu Pai. Ele era meu juiz e meu executor. Eu era um &amp;quot;filho da desobediência&amp;quot; (Efésios 2:2). Eu estava morto em transgressões e pecados. E a sentença de meu Juiz era clara e terrível: &amp;quot;por causa dessas coisas a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência&amp;quot; (Efésios 5:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia apenas uma esperança para mim - que a infinita sabedoria de Deus pudesse criar um meio para o amor de Deus satisfazer a ira de Deus de maneira que eu pudesse me tornar um filho de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi exatamente o que aconteceu, e eu vou cantar sobre isso para sempre. Depois de dizer que eu era por natureza um filho da ira, Paulo diz, &amp;quot;Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa de seu grande amor que nos amou, mesmo quando ainda estávamos mortos em nossas transgressões, nos fez vivos junto com Cristo&amp;quot; (Efésios 2:4-5). &amp;quot;Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho... para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos&amp;quot;. Deus enviou seu Filho para resgatar-me de sua ira e me fazer seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele fez isso? Ele fez do modo que Steve Chalke caluniosamente chama de &amp;quot;abuso infantil cósmico&amp;quot;. O Filho de Deus sofreu a maldição de Deus em meu lugar. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, ''fazendo-se maldição por nós''; porque está escrito: 'Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro'&amp;quot; (Gálatas 3:13). Se as pessoas no século vinte e um acham esse mais grandioso ato de amor &amp;quot;moralmente dúbio e uma imensa barreira à fé&amp;quot;, isso não era diferente nos dias de Paulo. &amp;quot;Nós pregamos o Cristo crucificado, que é ''escândalo'' para os judeus, e ''loucura'' para os gentios&amp;quot; (1 Coríntios 1:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para aqueles que foram chamados por Deus e crêem em Jesus, esse é &amp;quot;o poder de Deus e a sabedoria de Deus&amp;quot; (1 Coríntios 1:24). Essa é a minha vida. Esse é o único modo que Deus poderia tornar-se meu Pai. Agora que sua ira não mais repousa sobre mim (João 3:36), ele enviou o Espírito de filiação que flui no meu coração e clama Aba Pai (Romanos 8:15). Por isso eu oro, &amp;quot;Por favor saiba, Pai celestial, que eu te agradeço de todo meu coração, e que eu meço seu amor por mim pela magnitude da ira que eu merecia e a maravilha de sua misericórdia colocando Cristo em meu lugar.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 04:56:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Defending My Father's Wrath/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Defendendo a Ira do Meu Pai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem forças culturais trabalhando dentro e fora da Igreja que me fazem impulsivamente defender a ira do meu Pai contra mim antes de eu ser adotado. Ele não precisa da minha defesa. Mas acredito que ele seria honrado por isso. E ele nos ordenou, &amp;quot;Honra teu pai&amp;quot; (Êxodo 20:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou escrevendo de Cambridge, Inglaterra, e minha indignação sobre o ataque a meu Pai é de origem britânica. A calunia que eu tenho em mente é o seguinte parágrafo de um popular escritor britânico:&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O fato é que a cruz é uma forma cósmica de abuso infantil - um Pai vingativo que pune seu Filho por uma ofensa que ele nem mesmo cometeu. Compreensivelmente, pessoas tanto dentro quanto fora da Igreja acabam considerando essa distorcida versão de eventos moralmente dúbia e uma imensa barreira à fé. Mais profundo que isso, no entanto, é que tal conceito entra em total contradição com a declaração: &amp;quot;Deus é amor&amp;quot;. Se a cruz é um ato pessoal de violência cometido por Deus ao gênero humano mas sofrida por seu Filho, então ela zomba do próprio ensinamento de Jesus de amar seus inimigos e de recusar pagar o mal com mal (Steve Chalke e Alan Mann, ''The Lost Message of Jesus,'' [Grand Rapids, MI: Zondervan, 2003], pág. 182-183).&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Isso espantosamente veio de um cristão declarado. Em defesa do meu Pai celestial eu gostaria de testemunhar a verdade que, antes dele me adotar, sua terrível ira estava sobre mim. Jesus disse, &amp;quot;Quem crê no Filho tem a vida eterna, quem não obedecer... sobre ele permanece a ira de Deus&amp;quot; (João 3:36). A ira permanece em nós enquanto não temos fé em Jesus. Paulo coloca dessa maneira: Nós &amp;quot;éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade&amp;quot; (Efésios 2:3). Minha própria natureza me fez merecedor da ira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu destino era enfrentar o &amp;quot;fogo ardente&amp;quot; e &amp;quot;vingança daqueles... que não obedecem ao evangelho do Senhor Jesus... [e que] sofrem a punição da destruição eterna&amp;quot; (2 Tessalonicenses 1:8-9). Eu não era um filho de Deus. Deus não era meu Pai. Ele era meu juiz e meu executor. Eu era um &amp;quot;filho da desobediência&amp;quot; (Efésios 2:2). Eu estava morto em transgressões e pecados. E a sentença de meu Juiz era clara e terrível: &amp;quot;por causa dessas coisas a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência&amp;quot; (Efésios 5:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia apenas uma esperança para mim - que a infinita sabedoria de Deus pudesse criar um meio para o amor de Deus satisfazer a ira de Deus de maneira que eu pudesse me tornar um filho de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi exatamente o que aconteceu, e eu vou cantar sobre isso para sempre. Depois de dizer que eu era por natureza um filho da ira, Paulo diz, &amp;quot;Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa de seu grande amor que nos amou, mesmo quando ainda estávamos mortos em nossas transgressões, nos fez vivos junto com Cristo&amp;quot; (Efésios 2:4-5). &amp;quot;Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho... para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos&amp;quot;. Deus enviou seu Filho para resgatar-me de sua ira e me fazer seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele fez isso? Ele fez do modo que Steve Chalke caluniosamente chama de &amp;quot;abuso infantil cósmico&amp;quot;. O Filho de Deus sofreu a maldição de Deus em meu lugar. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: 'Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro'&amp;quot; (Gálatas 3:13). Se as pessoas no século vinte e um acham esse mais grandioso ato de amor &amp;quot;moralmente dúbio e uma imensa barreira à fé&amp;quot;, isso não era diferente nos dias de Paulo. &amp;quot;Nós pregamos o Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gentios&amp;quot; (1 Coríntios 1:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para aqueles que foram chamados por Deus e crêem em Jesus, esse é &amp;quot;o poder de Deus e a sabedoria de Deus&amp;quot; (1 Coríntios 1:24). Essa é a minha vida. Esse é o único modo que Deus poderia tornar-se meu Pai. Agora que sua ira não mais repousa sobre mim (João 3:36), ele enviou o Espírito de filiação que flui no meu coração e clama Aba Pai (Romanos 8:15). Por isso eu oro, &amp;quot;Por favor saiba, Pai celestial, que eu te agradeço de todo meu coração, e que eu meço seu amor por mim pela magnitude da ira que eu merecia e a maravilha de sua misericórdia colocando Cristo em meu lugar.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 10:16:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Defending My Father's Wrath/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Defendendo a Ira do Meu Pai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem forças culturais trabalhando dentro e fora da Igreja que me fazem impulsivamente defender a ira do meu Pai contra mim antes de eu ser adotado. Ele não precisa da minha defesa. Mas acredito que ele seria honrado por isso. E ele nos ordenou, &amp;quot;Honra teu pai&amp;quot; (Êxodo 20:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou escrevendo de Cambridge, Inglaterra, e minha indignação sobre o ataque a meu Pai é de origem britânica. A calunia que eu tenho em mente é o seguinte parágrafo de um popular escritor britânico:&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O fato é que a cruz é uma forma cósmica de abuso infantil - um Pai vingativo que pune seu Filho por uma ofensa que ele nem mesmo cometeu. Compreensivelmente, pessoas tanto dentro quanto fora da Igreja acabam considerando essa distorcida versão de eventos moralmente dúbia e uma imensa barreira à fé. Mais profundo que isso, no entanto, é que tal conceito entra em total contradição com a declaração: &amp;quot;Deus é amor&amp;quot;. Se a cruz é um ato pessoal de violência cometido por Deus ao gênero humano mas sofrida por seu Filho, então ela zomba do próprio ensinamento de Jesus de amar seus inimigos e de recusar pagar o mal com mal (Steve Chalke e Alan Mann, ''The Lost Message of Jesus,'' [Grand Rapids, MI: Zondervan, 2003], pág. 182-183).&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Isso espantosamente veio de um cristão declarado. Em defesa do meu Pai celestial eu gostaria de testemunhar a verdade que, antes dele me adotar, sua terrível ira estava sobre mim. Jesus disse, &amp;quot;Quem crê no Filho tem a vida eterna, quem não obedecer... sobre ele permanece a ira de Deus&amp;quot; (João 3:36). A ira permanece em nós enquanto não temos fé em Jesus. Paulo coloca dessa maneira: Nós &amp;quot;éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade&amp;quot; (Efésios 2:3). Minha própria natureza me fez merecedor da ira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu destino era enfrentar o &amp;quot;fogo ardente&amp;quot; e &amp;quot;vingança daqueles... que não obedecem ao evangelho do Senhor Jesus... [e que] sofrem a punição da destruição eterna&amp;quot; (2 Tessalonicenses 1:8-9). Eu não era um filho de Deus. Deus não era meu Pai. Ele era meu juiz e meu executor. Eu era um &amp;quot;filho da desobediência&amp;quot; (Efésios 2:2). Eu estava morto em transgressões e pecados. E a sentença de meu Juiz era clara e terrível: &amp;quot;por causa dessas coisas a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência&amp;quot; (Efésios 5:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia apenas uma esperança para mim - que a infinita sabedoria de Deus pudesse criar um meio para o amor de Deus satisfazer a ira de Deus de maneira que eu pudesse me tornar um filho de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi exatamente o que aconteceu, e eu vou cantar sobre isso para sempre. Depois de dizer que eu era por natureza um filho da ira, Paulo diz, &amp;quot;Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa de seu grande amor que nos amou, mesmo quando ainda estávamos mortos em nossas transgressões, nos fez vivos junto com Cristo&amp;quot; (Efésios 2:4-5). &amp;quot;Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho... para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos aadoção de filhos&amp;quot;. Deus enviou seu Filho para resgatar-me de sua ira e me fazer seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele fez isso? Ele fez do modo que Steve Chalke caluniosamente chama de &amp;quot;abuso infantil cósmico&amp;quot;. O Filho de Deus sofreu a maldição de Deus em meu lugar. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: 'Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro'&amp;quot; (Gálatas 3:13). Se as pessoas no século vinte e um acham esse mais grandioso ato de amor &amp;quot;moralmente dúbio e uma imensa barreira à fé&amp;quot;, isso não era diferente nos dias de Paulo. &amp;quot;Nós pregamos o Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gentios&amp;quot; (1 Coríntios 1:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para aqueles que foram chamados por Deus e crêem em Jesus, esse é &amp;quot;o poder de Deus e a sabedoria de Deus&amp;quot; (1 Coríntios 1:24). Essa é a minha vida. Esse é o único modo que Deus poderia tornar-se meu Pai. Agora que sua ira não mais repousa sobre mim (João 3:36), ele enviou o Espírito de filiação que flui no meu coração e clama Aba Pai (Romanos 8:15). Por isso eu oro, &amp;quot;Por favor saiba, Pai celestial, que eu te agradeço de todo meu coração, e que eu meço seu amor por mim pela magnitude da ira que eu merecia e a maravilha de sua misericórdia colocando Cristo em meu lugar.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 10:14:07 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Defending_My_Father%27s_Wrath/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Can the Regenerate Be Erased From the Book of Life?/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Pode o Regenerado Ser Apagado do Livro da Vida? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Meditação em Apocalipse 3:5''&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Apocalipse 3:5'''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
O fim do ano está próximo. Finais nos fazem ponderar sobre persistência. Nós conseguimos chegar ao fim de mais um ano (quase). Conseguiremos chegar a outro? Mais importante: Iremos perseverar, como Jesus diz, até o fim e então seremos salvos (Marcos 13:13)? Perseverança é uma promessa e um presente precioso. Não sem lutas. Mas nós lutamos como vitoriosos. Assim eu gostaria de te encorajar aqui no final do ano a combater o bom combate novamente, e ter profunda confiança que Deus não vai apagar seu nome do livro da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preciosa verdade bíblica que os santos irão perseverar na fé até o fim e serão salvos sofre implacável oposição, geração após geração. Apesar disso a verdade prevalece, descansada firmemente na soberana fidelidade de Deus para completar a salvação de seu eleito. Ele planejou-a [a salvação] na eternidade, comprou-a com a morte de Cristo na cruz, e está colocando-a em prática através do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 8:30 diz, &amp;quot;[Aqueles] aos que justificou, a estes ele também glorificou.&amp;quot; Em outras palavras, entre o evento da justificação pela fé no começo da nossa vida cristã, e o evento da glorificação e ressurreição de nossos corpos (Filipenses 3:21), não haverão desistências, resgates ou expulsões. &amp;quot;Aqueles aos que justificou, ele também glorificou&amp;quot; - todos eles. Deus guardará e também santificará aqueles que ele justificou e assegurará que eles mantenham-se na fé e perseverem até o fim e sejam salvos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 João 2:19 descreve como deveríamos entender as aparentes desistências: &amp;quot;Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, ''se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido'' conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos.&amp;quot; Em outras palavras, a falha em perseverar não é um sinal que você pode ser verdadeiramente nascido de novo e justificado e então se perder. Antes a falha na perseverança é um sinal que você nunca foi verdadeiramente parte do povo regenerado de Deus. Este é o ponto explícito de 1 João 2:19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso, existem textos que têem persuadido alguns a rejeitarem esse ensinamento. O texto que estou considerando aqui é Apocalipse 3:5 onde o Senhor Jesus diz, &amp;quot;O que vencer será vestido de vestes brancas, ''e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida''; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dizem que esse é um texto indiscutível contra a doutrina da perseverança dos santos. Eles assumem que quando Apocalipse 3:5 diz que Deus não irá apagar o nome de um indivíduo do livro da vida, isso implica que ele apague outros do livro da vida, e que essas são as pessoas que foram uma vez justificados e então mais tarde foram condenadas. Mas seria isso uma suposição verdadeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A promessa &amp;quot;Eu não apagarei seu nome do livro da vida&amp;quot;, não necessariamente implica que alguns têem seus nomes apagados. Ela somente diz ao que está no livro e vence na fé: Eu nunca irei eliminar seu nome. Em outras palavras, ser apagado é um prospecto temeroso que Eu não permitirei que aconteça. Eu vou mantê-lo seguro no livro. Essa é uma promessa feita àqueles que perseveram e vencem. Ela não diz que aqueles que falharam na luta e se desviaram de Cristo estavam escritos no livro e foram apagados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, existem dois outros versos em Apocalipse que parecem ensinar que ter seu nome escrito no livro da vida significa que você vai perseverar e vencer. Considere Apocalipse 13:8. &amp;quot;E todos os que habitam sobre a terra irão adorá-la [a besta], todo aquele cujo nome não foi escrito desde a fundação do mundo no livro da vida do Cordeiro que foi morto.&amp;quot; Esse verso implica que aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro &amp;quot;desde a fundação do mundo&amp;quot; definitivamente não irão adorar a besta. Em outras palavras, ter nosso nome no livro da vida desde a fundação do mundo parece significar que Deus vai guarda-lo de cair e vai conceder que você permaneça fiel a Deus. Estar no livro significa que você não irá apostatar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semelhantemente considere Apocalipse 17:8, &amp;quot;A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.&amp;quot; De novo, ter o nome de alguém escrito no livro da vida desde a fundação do mundo aparenta proteger esse alguém de &amp;quot;admirar-se&amp;quot; da besta. Aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo irão se maravilhar. Se seu nome está escrito lá, você não se maravilhará da besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino aqui é que ter o nome de alguém escrito no livro da vida é eficaz. Ou seja, isso tem um efeito que define as ações dessa pessoa. Ter seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro desde a fundação do mundo garante que você não irá adorar ou maravilhar-se da besta. João não diz, &amp;quot;Se você adorar a besta, seu nome é apagado.&amp;quot; Ele diz, &amp;quot;Se seu nome está escrito, você não irá adorar a besta.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se completa com Apocalipse 3:5, &amp;quot;O que vencer... Eu não riscarei o seu nome do livro da vida.&amp;quot; A vitória requerida em 3:5 é garantida em 13:8 e 17:8. Isso não é uma contradição tanto quanto quando Paulo diz, &amp;quot;Desenvolvei vossa salvação... Porque Deus é o que efetua em vos tanto o querer como o realizar, segundo sua boa vontade&amp;quot; (Filipenses 2:12-13). Não é uma coisa sem sentido declarar a condição: se você vencer, Deus não apagará seu nome (3:5); e declarar a garantia: se seu nome está escrito, você vencerá (13:8 e 17:8). Os &amp;quot;inscritos&amp;quot; de Deus realmente querem vencer, e realmente irão. Um lado realça nossa responsabilidade; o outro realça a soberania de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impacto prático dessa verdade não é que façamos pouco caso da fé, do amor e da santidade. Há necessidade de vigilância (Hebreus 3:12) e esforço (Lucas 13:24) e busca (Hebreus 12:14) na vida cristã. Antes, o impacto é que descansemos na garantia que não fomos deixados à nossa própria sorte nessa &amp;quot;luta da fé&amp;quot;. O Deus que te chamou é fiel para &amp;quot;vos confirmar também até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo&amp;quot; (1 Coríntios 1:8). &amp;quot;Fiel é o que vos chama, o qual também o fará [santos]&amp;quot; (1 Tessalonicenses 5:24). Ele irá completar a salvação que começou (Filipenses 1:6). Nós somos guardados pelo poder de Deus (1 Pedro 1:5). ''Devemos'' lutar, porque só aqueles que perseverarem serão salvos (Marcos 13:13). E lutas ''nós desejamos'', porque Deus nos aperfeiçoa em todo o bem, para cumprir sua vontade (Hebreus 13:21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Esse artigo foi originalmente escrito em 1997 e foi publicado em ''Taste and See'')&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 18:59:28 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Can the Regenerate Be Erased From the Book of Life?/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 22 December 2006 |other= |categorytopic= Perseverance of the Saints |mediatype= Article |lang= English |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia |levels= 0 }}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pode o Regenerado Ser Apagado do Livro da Vida? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Meditação em Apocalipse 3:5''&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Apocalipse 3:5'''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
O fim do ano está próximo. Finais nos fazem ponderar sobre persistência. Nós conseguimos chegar ao fim de mais um ano (quase). Conseguiremos chegar a outro? Mais importante: Iremos perseverar, como Jesus diz, até o fim e então seremos salvos (Marcos 13:13)? Perseverança é uma promessa e um presente precioso. Não sem lutas. Mas nós lutamos como vitoriosos. Assim eu gostaria de te encorajar aqui no final do ano a combater o bom combate novamente, e ter profunda confiança que Deus não vai apagar seu nome do livro da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preciosa verdade bíblica que os santos irão perseverar na fé até o fim e serão salvos sofre implacável oposição, geração após geração. Apesar disso a verdade prevalece, descansada firmemente na soberana fidelidade de Deus para completar a salvação de seu eleito. Ele planejou-a [a salvação] na eternidade, comprou-a com a morte de Cristo na cruz, e está colocando-a em prática através do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 8:30 diz, &amp;quot;[Aqueles] aos que justificou, a estes ele também glorificou.&amp;quot; Em outras palavras, entre o evento da justificação pela fé no começo da nossa vida cristã, e o evento da glorificação e ressurreição de nossos corpos (Filipenses 3:21), não haverão desistências, resgates ou expulsões. &amp;quot;Aqueles aos que justificou, ele também glorificou&amp;quot; - todos eles. Deus guardará e também santificará aqueles que ele justificou e assegurará que eles mantenham-se na fé e perseverem até o fim e sejam salvos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 João 2:19 descreve como deveríamos entender as aparentes desistências: &amp;quot;Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, ''se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido'' conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos.&amp;quot; Em outras palavras, a falha em perseverar não é um sinal que você pode ser verdadeiramente nascido de novo e justificado e então se perder. Antes a falha na perseverança é um sinal que você nunca foi verdadeiramente parte do povo regenerado de Deus. Este é o ponto explícito de 1 João 2:19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso, existem textos que têem persuadido alguns a rejeitarem esse ensinamento. O texto que estou considerando aqui é Apocalipse 3:5 onde o Senhor Jesus diz, &amp;quot;O que vencer será vestido de vestes brancas, ''e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida''; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dizem que esse é um texto indiscutível contra a doutrina da perseverança dos santos. Eles assumem que quando Apocalipse 3:5 diz que Deus não irá apagar o nome de um indivíduo do livro da vida, isso implica que ele apague outros do livro da vida, e que essas são as pessoas que foram uma vez justificados e então mais tarde foram condenadas. Mas seria isso uma suposição verdadeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A promessa &amp;quot;Eu não apagarei seu nome do livro da vida&amp;quot;, não necessariamente implica que alguns têem seus nomes apagados. Ela somente diz ao que está no livro e vence na fé: Eu nunca irei eliminar seu nome. Em outras palavras, ser apagado é um prospecto temeroso que Eu não permitirei que aconteça. Eu vou mantê-lo seguro no livro. Essa é uma promessa feita àqueles que perseveram e vencem. Ela não diz que aqueles que falharam na luta e se desviaram de Cristo estavam escritos no livro e foram apagados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, existem dois outros versos em Apocalipse que parecem ensinar que ter seu nome escrito no livro da vida significa que você vai perseverar e vencer. Considere Apocalipse 13:8. &amp;quot;E todos os que habitam sobre a terra irão adorá-la [a besta], todo aquele cujo nome não foi escrito desde a fundação do mundo no livro da vida do Cordeiro que foi morto.&amp;quot; Esse verso implica que aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro &amp;quot;desde a fundação do mundo&amp;quot; definitivamente não irão adorar a besta. Em outras palavras, ter nosso nome no livro da vida desde a fundação do mundo parece significar que Deus vai guarda-lo de cair e vai conceder que você permaneça fiel a Deus. Estar no livro significa que você não irá apostatar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semelhantemente considere Apocalipse 17:8, &amp;quot;A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.&amp;quot; De novo, ter o nome de alguém escrito no livro da vida desde a fundação do mundo aparenta proteger esse alguém de &amp;quot;admirar-se&amp;quot; da besta. Aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo irão se maravilhar. Se seu nome está escrito lá, você não se maravilhará da besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino aqui é que ter o nome de alguém escrito no livro da vida é eficaz. Ou seja, isso tem um efeito que define as ações dessa pessoa. Ter seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro desde a fundação do mundo garante que você não irá adorar ou maravilhar-se da besta. João não diz, &amp;quot;Se você adorar a besta, seu nome é apagado.&amp;quot; Ele diz, &amp;quot;Se seu nome está escrito, você não irá adorar a besta.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se completa com Apocalipse 3:5, &amp;quot;O que vencer... Eu não riscarei o seu nome do livro da vida.&amp;quot; A vitória requerida em 3:5 é garantida em 13:8 e 17:8. Isso não é uma contradição tanto quanto quando Paulo diz, &amp;quot;Desenvolvei vossa salvação... Porque Deus é o que efetua em vos tanto o querer como o realizar, segundo sua boa vontade&amp;quot; (Filipenses 2:12-13). Não é uma coisa sem sentido declarar a condição: se você vencer, Deus não apagará seu nome (3:5); e declarar a garantia: se seu nome está escrito, você vencerá (13:8 e 17:8). Os &amp;quot;inscritos&amp;quot; de Deus realmente querem vencer, e realmente irão. Um lado realça nossa responsabilidade; o outro realça a soberania de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impacto prático dessa verdade não é que façamos pouco caso da fé, do amor e da santidade. Há necessidade de vigilância (Hebreus 3:12) e esforço (Lucas 13:24) e busca (Hebreus 12:14) na vida cristã. Antes, o impacto é que descansemos na garantia que não fomos deixados à nossa própria sorte nessa &amp;quot;luta da fé&amp;quot;. O Deus que te chamou é fiel para &amp;quot;vos confirmar também até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo&amp;quot; (1 Coríntios 1:8). &amp;quot;Fiel é o que vos chama, o qual também o fará [santos]&amp;quot; (1 Tessalonicenses 5:24). Ele irá completar a salvação que começou (Filipenses 1:6). Nós somos guardados pelo poder de Deus (1 Pedro 1:5). ''Devemos'' lutar, porque só aqueles que perseverarem serão salvos (Marcos 13:13). E lutas ''nós desejamos'', porque Deus nos aperfeiçoa em todo o bem, para cumprir sua vontade (Hebreus 13:21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Esse artigo foi originalmente escrito em 1997 e foi publicado em ''Taste and See'')&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 18:57:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Can the Regenerate Be Erased From the Book of Life?/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Pode o Regenerado Ser Apagado do Livro da Vida? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Meditação em Apocalipse 3:5''&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Apocalipse 3:5'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
O fim do ano está próximo. Finais nos fazem ponderar sobre persistência. Nós conseguimos chegar ao fim de mais um ano (quase). Conseguiremos chegar a outro? Mais importante: Iremos perseverar, como Jesus diz, até o fim e então seremos salvos (Marcos 13:13)? Perseverança é uma promessa e um presente precioso. Não sem lutas. Mas nós lutamos como vitoriosos. Assim eu gostaria de te encorajar aqui no final do ano a combater o bom combate novamente, e ter profunda confiança que Deus não vai apagar seu nome do livro da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preciosa verdade bíblica que os santos irão perseverar na fé até o fim e serão salvos sofre implacável oposição, geração após geração. Apesar disso a verdade prevalece, descansada firmemente na soberana fidelidade de Deus para completar a salvação de seu eleito. Ele planejou-a [a salvação] na eternidade, comprou-a com a morte de Cristo na cruz, e está colocando-a em prática através do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 8:30 diz, &amp;quot;[Aqueles] aos que justificou, a estes ele também glorificou.&amp;quot; Em outras palavras, entre o evento da justificação pela fé no começo da nossa vida cristã, e o evento da glorificação e ressurreição de nossos corpos (Filipenses 3:21), não haverão desistências, resgates ou expulsões. &amp;quot;Aqueles aos que justificou, ele também glorificou&amp;quot; - todos eles. Deus guardará e também santificará aqueles que ele justificou e assegurará que eles mantenham-se na fé e perseverem até o fim e sejam salvos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 João 2:19 descreve como deveríamos entender as aparentes desistências: &amp;quot;Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, ''se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido'' conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos.&amp;quot; Em outras palavras, a falha em perseverar não é um sinal que você pode ser verdadeiramente nascido de novo e justificado e então se perder. Antes a falha na perseverança é um sinal que você nunca foi verdadeiramente parte do povo regenerado de Deus. Este é o ponto explícito de 1 João 2:19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso, existem textos que têem persuadido alguns a rejeitarem esse ensinamento. O texto que estou considerando aqui é Apocalipse 3:5 onde o Senhor Jesus diz, &amp;quot;O que vencer será vestido de vestes brancas, ''e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida''; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dizem que esse é um texto indiscutível contra a doutrina da perseverança dos santos. Eles assumem que quando Apocalipse 3:5 diz que Deus não irá apagar o nome de um indivíduo do livro da vida, isso implica que ele apague outros do livro da vida, e que essas são as pessoas que foram uma vez justificados e então mais tarde foram condenadas. Mas seria isso uma suposição verdadeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A promessa &amp;quot;Eu não apagarei seu nome do livro da vida&amp;quot;, não necessariamente implica que alguns têem seus nomes apagados. Ela somente diz ao que está no livro e vence na fé: Eu nunca irei eliminar seu nome. Em outras palavras, ser apagado é um prospecto temeroso que Eu não permitirei que aconteça. Eu vou mantê-lo seguro no livro. Essa é uma promessa feita àqueles que perseveram e vencem. Ela não diz que aqueles que falharam na luta e se desviaram de Cristo estavam escritos no livro e foram apagados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, existem dois outros versos em Apocalipse que parecem ensinar que ter seu nome escrito no livro da vida significa que você vai perseverar e vencer. Considere Apocalipse 13:8. &amp;quot;E todos os que habitam sobre a terra irão adorá-la [a besta], todo aquele cujo nome não foi escrito desde a fundação do mundo no livro da vida do Cordeiro que foi morto.&amp;quot; Esse verso implica que aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro &amp;quot;desde a fundação do mundo&amp;quot; definitivamente não irão adorar a besta. Em outras palavras, ter nosso nome no livro da vida desde a fundação do mundo parece significar que Deus vai guarda-lo de cair e vai conceder que você permaneça fiel a Deus. Estar no livro significa que você não irá apostatar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semelhantemente considere Apocalipse 17:8, &amp;quot;A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.&amp;quot; De novo, ter o nome de alguém escrito no livro da vida desde a fundação do mundo aparenta proteger esse alguém de &amp;quot;admirar-se&amp;quot; da besta. Aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo irão se maravilhar. Se seu nome está escrito lá, você não se maravilhará da besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino aqui é que ter o nome de alguém escrito no livro da vida é eficaz. Ou seja, isso tem um efeito que define as ações dessa pessoa. Ter seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro desde a fundação do mundo garante que você não irá adorar ou maravilhar-se da besta. João não diz, &amp;quot;Se você adorar a besta, seu nome é apagado.&amp;quot; Ele diz, &amp;quot;Se seu nome está escrito, você não irá adorar a besta.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se completa com Apocalipse 3:5, &amp;quot;O que vencer... Eu não riscarei o seu nome do livro da vida.&amp;quot; A vitória requerida em 3:5 é garantida em 13:8 e 17:8. Isso não é uma contradição tanto quanto quando Paulo diz, &amp;quot;Desenvolvei vossa salvação... Porque Deus é o que efetua em vos tanto o querer como o realizar, segundo sua boa vontade&amp;quot; (Filipenses 2:12-13). Não é uma coisa sem sentido declarar a condição: se você vencer, Deus não apagará seu nome (3:5); e declarar a garantia: se seu nome está escrito, você vencerá (13:8 e 17:8). Os &amp;quot;inscritos&amp;quot; de Deus realmente querem vencer, e realmente irão. Um lado realça nossa responsabilidade; o outro realça a soberania de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impacto prático dessa verdade não é que façamos pouco caso da fé, do amor e da santidade. Há necessidade de vigilância (Hebreus 3:12) e esforço (Lucas 13:24) e busca (Hebreus 12:14) na vida cristã. Antes, o impacto é que descansemos na garantia que não fomos deixados à nossa própria sorte nessa &amp;quot;luta da fé&amp;quot;. O Deus que te chamou é fiel para &amp;quot;vos confirmar também até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo&amp;quot; (1 Coríntios 1:8). &amp;quot;Fiel é o que vos chama, o qual também o fará [santos]&amp;quot; (1 Tessalonicenses 5:24). Ele irá completar a salvação que começou (Filipenses 1:6). Nós somos guardados pelo poder de Deus (1 Pedro 1:5). ''Devemos'' lutar, porque só aqueles que perseverarem serão salvos (Marcos 13:13). E lutas ''nós desejamos'', porque Deus nos aperfeiçoa em todo o bem, para cumprir sua vontade (Hebreus 13:21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Esse artigo foi originalmente escrito em 1997 e foi publicado em ''Taste and See'')&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 18:54:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Can_the_Regenerate_Be_Erased_From_the_Book_of_Life%3F/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Eight Reasons Why I Believe That Jesus Rose from the Dead/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Eight_Reasons_Why_I_Believe_That_Jesus_Rose_from_the_Dead/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__ {{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 28 February 2007 |other= |categorytopic= The Resurrection of Christ |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia|levels= 1 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Oito Razões Porque Eu Creio que Jesus Ressuscitou ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1. O próprio Jesus testificou de sua iminente ressurreição dos mortos. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus falou abertamente sobre o que lhe aconteceria: crucificação e então ressurreição dos mortos. &amp;quot;O Filho do Homem deve sofrer muitas coisas e ser rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes, e pelos escribas, e ser morto, e depois de três dias ressuscitar&amp;quot; (Marcos 8:31; veja também Mateus 17:22; Lucas 9:22). Aqueles que consideram ser impossível acreditar na ressurreição de Cristo, provavelmente dirão que Jesus estava enganado ou (o mais provável) que a igreja primitiva colocou essas declarações em sua boca para fazê-lo ensinar a falsidade que eles próprios conceberam. Mas aqueles que lêem os Evangelhos e chegam a uma forte convicção de que aquele que fala de forma tão compelida através desses testemunhos não é a invenção de uma imaginação tola, ficarão insatisfeitos com esse esforço em explicar o testemunho próprio de Jesus de sua ressurreição dos mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é especialmente verdade em vista do fato que as palavras que predisseram a ressurreição não são apenas as simples palavras diretas citadas acima, mas também palavras muito implícitas e indiretas que são muito menos prováveis de serem a simples invenção de discípulos enganados. Por exemplo, duas testemunhas separadas testificam de dois modos bastante diferentes sobre as declarações de Jesus durante sua existência que, se seus inimigos destruíssem o templo (do seu corpo), ele o reconstruiria em três dias (João 2:19; Marcos 14:58; cf. Mateus 26:61). Ele também falou de forma figurada sobre o &amp;quot;Sinal de Jonas&amp;quot; - três dias no coração da terra (Mateus 12:39; 16:4). E ele sugeriu isso de novo em Mateus 21:42 - &amp;quot;A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular&amp;quot;. No topo de seu testemunho próprio da iminente ressurreição, seus acusadores disseram que isso era parte da declaração de Jesus: &amp;quot;Senhor, lembramo-nos como aquele impostor disse, quando ele ainda vivia, 'Depois de três dias ressuscitarei'&amp;quot; (Mateus 27:63).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa primeira evidência de ressurreição, portanto, é que o próprio Jesus falou dela. A extensão e natureza da declaração torna improvável que uma igreja enganada tenha feito isso. E o caráter do próprio Jesus, revelado nesses testemunhos, não foi julgado pela maioria das pessoas como o de um lunático ou enganador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2. A tumba estava vazia na Páscoa. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os documentos mais antigos declaram isso: &amp;quot;Quando eles entraram não encontraram o corpo do Senhor Jesus&amp;quot; (Lucas 24:3). E os inimigos de Jesus confirmaram isso quando declararam que os discípulos tinham roubado o corpo (Mateus 28:13). O corpo de Jesus não pôde ser encontrado. Existem quatro possíveis explicações para isso.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.1 ''Seus inimigos roubaram o corpo.'' Se eles fizeram isso (e eles nunca declararam te-lo feito), certamente iriam produzir o corpo para acabar com a bem sucedida divulgação da fé cristã logo na cidade onde aconteceu a crucificação.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.2 ''Seus amigos roubaram o corpo.'' Esse foi um rumor inicial (Mateus 28:11-15). Isso é provável? Teriam eles conseguido passar pelos guardas na tumba? Mais importante, teriam eles começado a pregar com tamanha autoridade que Jesus ressuscitou, sabendo que ele não tinha? Teriam eles colocado em risco suas vidas e aceitado espancamentos por uma coisa que eles sabiam ser uma fraude?&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.3 ''Jesus não estava morto, apenas inconsciente quando eles o colocaram na tumba.'' Ele acordou, removeu a pedra, passou pelos soldados, e desapareceu da história depois de alguns encontros com seus discípulos nos quais ele os convenceu que havia ressuscitado da morte. Mesmo os inimigos de Jesus não tentaram essa linha. Ele estava obviamente morto. Os Romanos viram aquilo. A pedra não podia ser removida por dentro por um homem que tinha acabado de ser apunhalado ao lado por uma lança e passado seis horas pregado numa cruz.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.4''Deus ressuscitou a Jesus dos mortos.'' Isso é o que ele disse que aconteceria. Isso é o que os discípulos disseram que aconteceu. Mas como existe uma remota possibilidade de explicar a ressurreição de uma forma natural, as pessoas modernas dizem que não deveríamos pular para uma explicação sobrenatural. Isso é razoável? Eu não acho que seja. É claro, nós não queremos ser ingênuos. Mas tampouco queremos rejeitar a verdade apenas porque é estranha. Nós precisamos estar cientes que nossos comprometimentos a esse ponto são muito afetados por nossas preferências - tanto para situações que surgiriam da verdade da ressurreição, quanto para situações que surgiriam da falsidade da ressurreição. Se a mensagem de Jesus tem te aberto para a realidade de Deus e a necessidade de perdão, por exemplo, então o dogma anti-sobrenatural pode perder o poder sobre sua mente. Poderia ser que essa abertura não fosse um preconceito para a ressurreição, mas liberdade do preconceito contra ela?&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3. Os discípulos foram quase que imediatamente transformados de homens sem esperança e amedrontados depois da crucificação (Lucas 24:21, João 20:19) em homens que foram testemunhas confiantes e corajosas da ressurreição (Atos 2:24, 3:15, 4:2). ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A explicação deles para essa mudança foi que eles tinham visto o Cristo ressuscitado e tinham sido autorizados a serem suas testemunhas (Atos 2:32). A explicação concorrente mais popular é que a confiança deles era devida a alucinações. Há inúmeros problemas com tal idéia. Os discípulos não eram ingênuos, mas céticos equilibrados tanto antes quanto depois da ressurreição (Marcos 9:32, Lucas 24:11, João 20:8-9, 25). Além disso, seria o ensinamento nobre e profundo daqueles que testemunharam a ressurreição de Cristo o tipo de coisa de que alucinações são feitas? E quanto à grandiosa carta de Paulo aos Romanos? Eu pessoalmente acho difícil imaginar esse intelecto gigante de alma profundamente transparente como enganado ou enganador, e ele declarou ter visto o Cristo ressuscitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4. Paulo declara que não apenas ele viu o Cristo ressuscitado, mas 500 outras pessoas também o viram, e muitos ainda estavam vivos quando ele fez essa declaração pública. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Então ele apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, a maioria deles ainda viva, embora alguns já tenham falecido&amp;quot; (1 Coríntios 15:6). O que torna isso relevante é que isto foi escrito para gregos que eram céticos para esse tipo de declaração, quando muitas testemunhas estavam ainda vivas. Então essa era uma declaração arriscada já que podia ser contestada com uma pequena pesquisa de primeira mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5. A pura existência de uma igreja primitiva cristã próspera e conquistadora de impérios suporta a verdade da declarada ressurreição. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja difundiu-se no poder do testemunho que Jesus ressuscitou dos mortos e de que Deus assim o fez Senhor e Cristo (Atos 2:36). O senhorio de Cristo sobre todas as nações é baseado na sua vitória sobre a morte. Essa é a mensagem que se propagou por todo o mundo. Seu poder de cruzar culturas e criar um novo povo de Deus foi um forte testemunho de sua verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 6. A conversão do Apóstolo Paulo suporta a verdade da ressurreição. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele debate com um público parcialmente insensível em Gálatas 1:11-17 que seu evangelho vem de Jesus Cristo ressuscitado, não de homens. Seu argumento é que antes da sua experiência na Estrada de Damasco quando ele viu Jesus ressuscitado, ele era violentamente oposto à fé cristã. Mas agora, para espanto de todos, ele está arriscando sua vida pelo evangelho (Atos 9:24-25). Sua explicação: O Jesus ressuscitado lhe apareceu e autorizou-o a liderar a missão dos gentios (Atos 26:15-18). Podemos dar crédito a tal testemunho? Isto encaminha-nos para o próximo argumento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 7. As testemunhas do Novo Testamento não carregam o rótulo de ingênuos ou enganadores. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você dá crédito a uma testemunha? Como você decide se acredita no testemunho de uma pessoa? A decisão de dar crédito a uma pessoa não é a mesma coisa que resolver uma equação matemática. A exatidão é de um tipo diferente, ainda que seja de igual firmeza (eu confio no testemunho de minha esposa de que ela é fiel). Quando uma testemunha é morta nós podemos basear nosso julgamento dela somente pelo conteúdo de seus escritos e o testemunho de outros a seu respeito. Como Pedro e João e Mateus e Paulo se comparam?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meu julgamento (e nesse ponto nós podemos viver autenticamente somente por nosso próprio julgamento - Lucas 12:57), os escritos desses homens não se lêem como as obras de homens ingênuos, facilmente enganados ou enganadores. O discernimento que eles têem da natureza humana é profundo. O comprometimento pessoal é sóbrio e cuidadosamente declarado. Seus ensinamentos são coerentes e não se parecem com a invenção de homens instáveis. O padrão moral e espiritual é alto. E as vidas desses homens são totalmente devotadas à verdade e à honra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 8. Existe uma glória evidente no evangelho da morte e ressurreição de Cristo como narrado pelas testemunhas bíblicas. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Novo Testamento ensina que Deus enviou o Espírito Santo para glorificar Jesus como o Filho de Deus. Jesus disse: &amp;quot;Quando o Espírito da verdade vier, ele vos guiara em toda a verdade... Ele vai glorificar-me&amp;quot; (João 16:13). O Espírito Santo não faz isso dizendo-nos que Jesus ressuscitou dos mortos. Ele faz isso abrindo nossos olhos para ver a evidente glória de Cristo na narrativa de sua vida e morte e ressurreição. Ele nos habilita a ver Jesus como ele realmente foi, de modo que ele é irresistivelmente verdadeiro e belo. O apóstolo explicou o problema de nossa cegueira e a solução dessa maneira: &amp;quot;O deus desse mundo cegou as mentes dos incrédulos para que eles não enxerguem a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus... Porque Deus, que disse, 'Deixe a luz resplandecer das trevas', resplandeceu em nossos corações para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo&amp;quot; (2 Coríntios 4:4,6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conhecimento salvador do Cristo crucificado e ressuscitado não é o mero resultado de um raciocínio correto sobre fatos históricos. É o resultado de iluminação espiritual para enxergar esses fatos para o que eles realmente são: uma revelação da verdade e glória de Deus na face de Cristo - que é o mesmo ontem, hoje e sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 14:24:25 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Eight_Reasons_Why_I_Believe_That_Jesus_Rose_from_the_Dead/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Eight Reasons Why I Believe That Jesus Rose from the Dead/pt</title>
			<link>http://gospeltranslation.org/wiki/Eight_Reasons_Why_I_Believe_That_Jesus_Rose_from_the_Dead/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Rodrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__ {{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 28 February 2007 |other= |categorytopic= The Resurrection of Christ |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Rodrigo Correia|levels= 1 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Oito Razões Porque Eu Creio que Jesus Ressuscitou ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1. O próprio Jesus testificou de sua iminente ressurreição dos mortos. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus falou abertamente sobre o que lhe aconteceria: crucificação e então ressurreição dos mortos. &amp;quot;O Filho do Homem deve sofrer muitas coisas e ser rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes, e pelos escribas, e ser morto, e depois de três dias ressuscitar&amp;quot; (Marcos 8:31; veja também Mateus 17:22; Lucas 9:22). Aqueles que consideram ser impossível acreditar na ressurreição de Cristo, provavelmente dirão que Jesus estava enganado ou (o mais provável) que a igreja primitiva colocou essas declarações em sua boca para fazê-lo ensinar a falsidade que eles próprios conceberam. Mas aqueles que lêem os Evangelhos e chegam a uma forte convicção de que aquele que fala de forma tão compelida através desses testemunhos não é a invenção de uma imaginação tola, ficarão insatisfeitos com esse esforço em explicar o testemunho próprio de Jesus de sua ressurreição dos mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é especialmente verdade em vista do fato que as palavras que predisseram a ressurreição não são apenas as simples palavras diretas citadas acima, mas também palavras muito oblíquas e indiretas que são muito menos prováveis de serem a simples invenção de discípulos enganados. Por exemplo, duas testemunhas separadas testificam de dois modos bastante diferentes sobre as declarações de Jesus durante sua existência que, se seus inimigos destruíssem o templo (do seu corpo), ele o reconstruiria em três dias (João 2:19; Marcos 14:58; cf. Mateus 26:61). Ele também falou de forma figurada sobre o &amp;quot;Sinal de Jonas&amp;quot; - três dias no coração da terra (Mateus 12:39; 16:4). E ele sugeriu isso de novo em Mateus 21:42 - &amp;quot;A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular&amp;quot;. No topo de seu testemunho próprio da iminente ressurreição, seus acusadores disseram que isso era parte da declaração de Jesus: &amp;quot;Senhor, lembramo-nos como aquele impostor disse, quando ele ainda vivia, 'Depois de três dias ressuscitarei'&amp;quot; (Mateus 27:63).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa primeira evidência de ressurreição, portanto, é que o próprio Jesus falou dela. A extensão e natureza da declaração torna improvável que uma igreja enganada tenha feito isso. E o caráter do próprio Jesus, revelado nesses testemunhos, não foi julgado pela maioria das pessoas como o de um lunático ou enganador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2. A tumba estava vazia na Páscoa. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os documentos mais antigos declaram isso: &amp;quot;Quando eles entraram não encontraram o corpo do Senhor Jesus&amp;quot; (Lucas 24:3). E os inimigos de Jesus confirmaram isso quando declararam que os discípulos tinham roubado o corpo (Mateus 28:13). O corpo de Jesus não pôde ser encontrado. Existem quatro possíveis explicações para isso.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.1 ''Seus inimigos roubaram o corpo.'' Se eles fizeram isso (e eles nunca declararam te-lo feito), certamente iriam produzir o corpo para acabar com a bem sucedida divulgação da fé cristã logo na cidade onde aconteceu a crucificação.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.2 ''Seus amigos roubaram o corpo.'' Esse foi um rumor inicial (Mateus 28:11-15). Isso é provável? Teriam eles conseguido passar pelos guardas na tumba? Mais importante, teriam eles começado a pregar com tamanha autoridade que Jesus ressuscitou, sabendo que ele não tinha? Teriam eles colocado em risco suas vidas e aceitado espancamentos por uma coisa que eles sabiam ser uma fraude?&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.3 ''Jesus não estava morto, apenas inconsciente quando eles o colocaram na tumba.'' Ele acordou, removeu a pedra, passou pelos soldados, e desapareceu da história depois de alguns encontros com seus discípulos nos quais ele os convenceu que havia ressuscitado da morte. Mesmo os inimigos de Jesus não tentaram essa linha. Ele estava obviamente morto. Os Romanos viram aquilo. A pedra não podia ser removida por dentro por um homem que tinha acabado de ser apunhalado ao lado por uma lança e passado seis horas pregado numa cruz.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;2.4''Deus ressuscitou a Jesus dos mortos.'' Isso é o que ele disse que aconteceria. Isso é o que os discípulos disseram que aconteceu. Mas como existe uma remota possibilidade de explicar a ressurreição de uma forma natural, as pessoas modernas dizem que não deveríamos pular para uma explicação sobrenatural. Isso é razoável? Eu não acho que seja. É claro, nós não queremos ser ingênuos. Mas tampouco queremos rejeitar a verdade apenas porque é estranha. Nós precisamos estar cientes que nossos comprometimentos a esse ponto são muito afetados por nossas preferências - tanto para situações que surgiriam da verdade da ressurreição, quanto para situações que surgiriam da falsidade da ressurreição. Se a mensagem de Jesus tem te aberto para a realidade de Deus e a necessidade de perdão, por exemplo, então o dogma anti-sobrenatural pode perder o poder sobre sua mente. Poderia ser que essa abertura não fosse um preconceito para a ressurreição, mas liberdade do preconceito contra ela?&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3. Os discípulos foram quase que imediatamente transformados de homens sem esperança e amedrontados depois da crucificação (Lucas 24:21, João 20:19) em homens que foram testemunhas confiantes e corajosas da ressurreição (Atos 2:24, 3:15, 4:2). ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A explicação deles para essa mudança foi que eles tinham visto o Cristo ressuscitado e tinham sido autorizados a serem suas testemunhas (Atos 2:32). A explicação concorrente mais popular é que a confiança deles era devida a alucinações. Há inúmeros problemas com tal idéia. Os discípulos não eram ingênuos, mas céticos equilibrados tanto antes quanto depois da ressurreição (Marcos 9:32, Lucas 24:11, João 20:8-9, 25). Além disso, seria o ensinamento nobre e profundo daqueles que testemunharam a ressurreição de Cristo o tipo de coisa de que alucinações são feitas? E quanto à grandiosa carta de Paulo aos Romanos? Eu pessoalmente acho difícil imaginar esse intelecto gigante de alma profundamente transparente como enganado ou enganador, e ele declarou ter visto o Cristo ressuscitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4. Paulo declara que não apenas ele viu o Cristo ressuscitado, mas 500 outras pessoas também o viram, e muitos ainda estavam vivos quando ele fez essa declaração pública. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Então ele apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, a maioria deles ainda viva, embora alguns já tenham falecido&amp;quot; (1 Coríntios 15:6). O que torna isso relevante é que isto foi escrito para gregos que eram céticos para esse tipo de declaração, quando muitas testemunhas estavam ainda vivas. Então essa era uma declaração arriscada já que podia ser contestada com uma pequena pesquisa de primeira mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5. A pura existência de uma igreja primitiva cristã próspera e conquistadora de impérios suporta a verdade da declarada ressurreição. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja difundiu-se no poder do testemunho que Jesus ressuscitou dos mortos e de que Deus assim o fez Senhor e Cristo (Atos 2:36). O senhorio de Cristo sobre todas as nações é baseado na sua vitória sobre a morte. Essa é a mensagem que se propagou por todo o mundo. Seu poder de cruzar culturas e criar um novo povo de Deus foi um forte testemunho de sua verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 6. A conversão do Apóstolo Paulo suporta a verdade da ressurreição. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele debate com um público parcialmente insensível em Gálatas 1:11-17 que seu evangelho vem de Jesus Cristo ressuscitado, não de homens. Seu argumento é que antes da sua experiência na Estrada de Damasco quando ele viu Jesus ressuscitado, ele era violentamente oposto à fé cristã. Mas agora, para espanto de todos, ele está arriscando sua vida pelo evangelho (Atos 9:24-25). Sua explicação: O Jesus ressuscitado lhe apareceu e autorizou-o a liderar a missão dos gentios (Atos 26:15-18). Podemos dar crédito a tal testemunho? Isto encaminha-nos para o próximo argumento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 7. As testemunhas do Novo Testamento não carregam o rótulo de ingênuos ou enganadores. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você dá crédito a uma testemunha? Como você decide se acredita no testemunho de uma pessoa? A decisão de dar crédito a uma pessoa não é a mesma coisa que resolver uma equação matemática. A exatidão é de um tipo diferente, ainda que seja de igual firmeza (eu confio no testemunho de minha esposa de que ela é fiel). Quando uma testemunha é morta nós podemos basear nosso julgamento dela somente pelo conteúdo de seus escritos e o testemunho de outros a seu respeito. Como Pedro e João e Mateus e Paulo se comparam?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meu julgamento (e nesse ponto nós podemos viver autenticamente somente por nosso próprio julgamento - Lucas 12:57), os escritos desses homens não se lêem como as obras de homens ingênuos, facilmente enganados ou enganadores. O discernimento que eles têem da natureza humana é profundo. O comprometimento pessoal é sóbrio e cuidadosamente declarado. Seus ensinamentos são coerentes e não se parecem com a invenção de homens instáveis. O padrão moral e espiritual é alto. E as vidas desses homens são totalmente devotadas à verdade e à honra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 8. Existe uma glória evidente no evangelho da morte e ressurreição de Cristo como narrado pelas testemunhas bíblicas. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Novo Testamento ensina que Deus enviou o Espírito Santo para glorificar Jesus como o Filho de Deus. Jesus disse: &amp;quot;Quando o Espírito da verdade vier, ele vos guiara em toda a verdade... Ele vai glorificar-me&amp;quot; (João 16:13). O Espírito Santo não faz isso dizendo-nos que Jesus ressuscitou dos mortos. Ele faz isso abrindo nossos olhos para ver a evidente glória de Cristo na narrativa de sua vida e morte e ressurreição. Ele nos habilita a ver Jesus como ele realmente foi, de modo que ele é irresistivelmente verdadeiro e belo. O apóstolo explicou o problema de nossa cegueira e a solução dessa maneira: &amp;quot;O deus desse mundo cegou as mentes dos incrédulos para que eles não enxerguem a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus... Porque Deus, que disse, 'Deixe a luz resplandecer das trevas', resplandeceu em nossos corações para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo&amp;quot; (2 Coríntios 4:4,6).&lt;br /&gt;
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Um conhecimento salvador do Cristo crucificado e ressuscitado não é o mero resultado de um raciocínio correto sobre fatos históricos. É o resultado de iluminação espiritual para enxergar esses fatos para o que eles realmente são: uma revelação da verdade e glória de Deus na face de Cristo - que é o mesmo ontem, hoje e sempre.&lt;br /&gt;
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Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 01:11:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslation.org/wiki/Talk:Eight_Reasons_Why_I_Believe_That_Jesus_Rose_from_the_Dead/pt</comments>		</item>
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